CLASS-1 DIA 3 CORRIDA 2


Confira os melhores momentos do terceiro dia de Class-1 GP Brasil 2010.

Vai ficar de fora dos outros nove?



CORRIDA 1

Confira as emoções da primeira corrida oficial de motonáutica do Brasil. 


Vai ficar de fora das próximas? 




VICTORY TEAM REPETE A DOBRADINHA DO PÓDIO E FATURA O GP BRASIL

© Alan Ewens/Victory Team

Imbatíveis. Assim se resume a performance do barco Fazza 3, da dupla Arif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi, na abertura do Mundial 2010 de Class 1, realizada pela primeira vez na América do Sul. Na tarde deste domingo (28), os astros árabes da equipe Victory venceram a segunda prova do fim de semana com o tempo de 47mins16s14, com média de 160,74 km/h, e subiram no alto do pódio, na Marina da Glória, Rio de Janeiro.

Foi com a praia da escola naval lotada que a Corrida principal Class-1 GP Brazil recebeu a bandeirada verde às 14h39, cravados. Confirmando as expectativas, o barco Fazza 3, de Dubai, sai na liderança e termina em primeiro lugar. Foram 18 voltas, às 15h26.

Os espanhóis da Foresti & Duemme foram a grande surpresa. Logo eles ultrapassaram os pilotos do Fazza #1 e garantiram uma emocionante disputa pelo 2º lugar com os pilotos de Dubai. As embarcações alternaram entre a segunda e a terceira colocação durante a corrida, mas infelizmente não deu para os espanhóis, que terminaram em 3º. Quem faturou a segunda colocação foram os árabes da Fazza #1 cruzando a linha de chegada 14 segundos e 9 centésimos atrás do Fazza #3 e repetindo a dobradinha da corrida anterior.

© Alan Ewens/Victory Team

Guido Cappellini, piloto pela Duemme Yacht Broker, correu a categoria pela primeira vez a convite da IOTA. Ele substitui o piloto HRHP Turki Bin Thamer Bin Saud Al Saud,que não pode vir ao Brasil por razões pessoais. Muito satisfeito e surpreso com o pódio, ele, que é piloto campeão da categoria motonáutica F1, disse que correr pela Class-1 foi uma experiência única. Mas não confirma que mudará de categoria "É uma corrida completamente diferente. É como se comparar uma carro de formula 1 com um de rally".




Já a zebra ficou com com os noruegueses da Welmax 90, que não conseguiram completar a primeira volta. Um problema no compressor do motor do barco retirou a equipe do GP. "Até conseguimos dar a partida novamente, mas com somente 60% da potencia", explica Selmer, piloto da equipe, e justifica "não valia a pena continuar na corrida nessas condições".


Quem não escondia a sua satisfação pela dupla dobradinha foi Gianfranco Venturelli, team manager da equipe Victory: "Eu estou no céu", declara. E emenda: "Há muito tempo eu não via uma corrida tão bem organizada". Parabéns ao Brasil.

A equipe italiana Giorgioffshore, com o barco Abu Dhabi #5, apesar dos treinos intensos durante toda manhã, se manteve em 4º lugar, completando suas 18 voltas em 49 minutos 12 segundos e 25 centésimos.


A Foresti & Suardi SCAM #88 terminou a prova em quinto e os italianos da Welmax #91 na lanterna.

A Corrida Principal foi muito mais equilibrada que a Corrida-1, classificatória. A diferença entre primeiro e segundo colocados era menor e as equipes nas segunda e terceira colocação garantiram uma corrida emocionante na Marina da Glória.


Panorâmica da Marina da Glória, onde aconteceu o Class-1 GP Brasil

 


CONFIRA O RANKING FINAL DO GP

A turma IOTA é quem faz a contagem de tempo e voltas da corrida

 

FAZZA #3 - 20 pontos

40 pontos acumulados (1º lugar mundial)

Aril Al Zafeen (2) - Piloto

Nadir Bin Hendi (1) - Throttleman

(18 voltas: 47min16s14)

Maior Velocidade: 160,74 km/h

 

FAZZA #1 - 15 pontos

30 pontos acumulados (2º lugar mundial)

Abdullah Al Mehairbi (1)

Mohammed Al Marri (2)

(18 voltas: 47min30s23)

 +14s09

Maior Velocidade: 159,95 km/h

 

DUEMME Foresti & Suardi #8 - 12 pontos

21 pontos acumulados (3º lugar mundial)

Guido Cappellini (2)

Giampaolo Montavoci (1)

(18 voltas: 47min44s14)

 +28s

Maior Velocidade: 159,14 km/h

 

ABU DHABI #5 - 9 pontos

16 pontos acumulados (4º lugar mundial)

Rashed Al Tayer (2)

Nicola Giorgi (1)

(18 voltas: 49min13s25)

 +1min56s11

Maior Velocidade: 154,92 km/h

 

VENETA-MARINA  Foresti & Suardi SCAM #88 - 7 pontos

11 pontos acumulados (6º lugar mundial)

Fabio Magnani (2)

Marco Pennesi (1)

(18 voltas: 49min46s01)

+2min29s87

Maior Velocidade: 152 km/h

 

WELMAX Alianza #91 - 5 pontos

10 pontos acumulados (7º lugar mundial)

Giorgio Manuzzi (1)

Marit Strømøy (2)

(17 voltas: 47min41s60)

+1 volta

Maior Velocidade: 150,37 km/h

 

WELMAX #90 - 0 pontos

12 pontos acumulados (5º lugar mundial)

NÃO COMPLETOU A PROVA

MOTIVO: Mecânico - quebra do compressor

Kolbjørn O. Selmer (2)

Jorn Tandberg (1)

(1 volta: 2min39s56)

 

Acompanhe a premiação: Victory Team repete a dobradinha no pódio e Eike Batista, Beto Costa e Paulo Mendonça entregam o troféu do GP Brasil aos campeões.



 


A EXPECTATIVA PELO RONCO DOS MOTORES


O público, que esperava com certa ansiedade pelo ronco dos motores na Marina da Glória estava curioso pelo 1º GP Brasil Class-1 de Motonáutica, a fórmia 1 dos mares. "É a primeira vez, não sei bem o que esperar, mas deve ser emocionante" diz Renato Morgado. O clima era de novidade durante todos os dias de provas. "É muito importante para a cidade do Rio de Janeiro receber eventos desse porte" diz o consultor em TI Guilherme Santana, presente no primeiro dia de provas.

Já Fábio Prange, gerente de operações, diz ter criado uma grande expectativa grande, mas sentiu falta de poder assistir às corridas da água. Ele, que também é dono de barco, acha que o evento poderia ter organizado uma área para embarcações durante as corridas. Mas elogiou a estrutura do evento "a estrutura e os serviços estão muito bons".

Mesmo conhecendo pouco os detalhes da corrida nautica, o público tinha lá as suas preferências. "A gente vai torcer para o Fazza #3" se prontificaram Joao Pedro Molina Passos, Julia Cid e Maria Morgado. "Eu vou torcer para o barco preto. Foi meu filho quem me disse", adiantou Lúcia Amorim.

O primeiro evento no Brasil, algumas falhas em algum aspecto foram inevitáveis, mas mesmo assim agradou e o público já aguarda o próximo. "Se tiver no Brasil, eu venho" diz João Pedro Molina Passo. Pode esperar por mais 9 João!

Se eles gostaram da prova? É claro! 




IMPRESSÕES SOBRE OS TREINOS



Para aumentar a confiança entre piloto e 'throttleman', a dupla da equipe Giorgioffshore foi a única a dar mais de uma volta no circuito montado na Baía de Guanabara, na manhã deste domingo (28), durante os treinos livres que aconteceram antes da segunda e última prova do GP Brasil Class 1 de Motonáutica. A competição acontece às 14h30, com largada na praia do Flamengo.
 
Estreante na categoria máxima do esporte, Rashed Al Tayer afirmou que está mais confiante para esta segunda prova. "Esse é um esporte em que o piloto e o 'throttleman' têm que falar a mesma língua", explicou o piloto. "Acho que faremos uma corrida bem melhor hoje". Um dos pilotos mais experientes do Class 1, com mais de 71 provas no currículo, Nicola Giorgi comanda a aceleração da dupla treinou retomada de velocidade nas curvas e foi a única a dar duas voltas completas pelo circuito.
 
"Preferimos ficar mais tempo na água para aumentar a nossa confiança. Na verdade completamos mais de duas voltas no circuito, mas em algumas, como entramos por dentro nas curvas, a volta não contou. Foi de propósito, para acumularmos experiência", explicou. Segundo Giorgi, o mar mudou bastante de ontem (sábado) para domingo. "Ontem estava muito ondulado e hoje está totalmente flat. Tenho certeza que será uma corrida bem mais excitante", considerou.
 
Outros três barcos entraram na água na manhã deste domingo. O mais rápido foi o Fazza 3, dos árabes Arif Saif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi,que marcou o tempo de 2min31s50.
 
Os noruegueses Kolbjorn Selmer e Jorn Tandberg, da equipe Welmax, fizeram o segundo melhor tempo, com 2min35s67, e a dupla Abdullah Al Mahairbi e Mohammed Al Marri, que pilotam o barco Fazza 1, da equipe Victory, dos Emirados Árabes, conseguiram o terceiro melhor tempo, com 2min37s92. Rashed Al Tayer e Nicola Giorgi marcaram o tempo de 2min39s39, na melhor das duas passagens realizadas no circuito.



Barco-madrinha Nor-tech #1

Logo após o treino, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o apresentador da TV Globo Luciano Huck deram algumas voltas pela Baía de Guanabara com o barco madrinha do Class 1. Entre os atletas presentes na Marina da Glória, destaca-se a jogadora da seleção brasileira de vôlei, Carol Gattaz.
 
Vale lembrar que os barcos mais rápidos do mundo ficarão até quinta-feira (1º de abril) no Rio de Janeiro. Eles deixam a cidade durante a noite e seguem para Savona, na região da Liguria, Itália. O cargueiro levará seis mil toneladas de equipamentos, incluindo os nove barcos (sete de competição e dois pace-boats, ou barcos madrinhas) e 19 caminhões das cinco equipes. De Savona, as equipes retiram os barcos e levam para os seus respectivos estaleiros.

CLASS-1 - ESTRUTURA E BASTIDORES


Vista aérea da Marina da Glória

Mais de 2 mil pessoas já passaram pela Marina da Glória nestes 3 dias de Grande Prêmio Brasil Class-1 de Motonáutica, evento trazido pela primeira vez ao Brasil pela EBX, empresa do multimilionário Eike Batista e realizado pela Aktuell.



IOTA encontra Eike Batista e Rodrigo Rivellino


Turistas, convidados e curiosos vieram prestigiar os barcos mais velozes do mundo na fórmula 1 dos mares. Isso para não falar em pilotos, equipes, técnicos, engenheiros, produtores presentes no local.
Da praia, mais de um milhão de pessoas assistiram, gratuitamente, todas as corridas e sentiram a emoção de uma corrida de superlanchas pela primeira vez.



O clube Disco de São Paulo, do qual Marcos Mion, ex-VJ da MTV e um dos sócios, montou uma estrutura no Rio de Janeiro e tem agitado a noites na Marina da Glória.

E você sabia que o empresário, apaixonado pelo esporte e responsável pela concessão do evento no Brasil, Eike Batista, recebeu em seu barco Pink Fleet todas as equipes de corrida para um coquetel na sexta-feira? E que recebe amigos e convidados para assistir ao GP Brasil em alto-mar?



Imagem noturna do Pink Fleet


Marit Strømøy encontra piloto adversário da Fazza #1 em clima de descontração

E você? Vai ficar de fora? Venha conhecer a emoção dos mares por aqui.


As nossas belas promotoras



Confira alguns momentos do evento, quem veio prestigiar e os bastidores de montagem.


Engenheiros e técnicos fazem ajustes no tricampeão Fazza #3



Os campeões da Corrida-1 exibem a bandeira quadriculada ao encontrarem-se com o barco madrinha na chegada


A throttlewoman Strømøy e o piloto Manuzzi, corredores da norueguesa Welmax #91








TOMADA DE TEMPO



A Marina da Glória está agitada no terceiro dia de evento Class-1 Brasil. São cerca de 2 mil pessoas que circulam por aqui diariamente.
O treino livre antes da prova principal aconteceu na manhã de domingo, dia 28 de março, das 10h00 às 11h30 na baía da Guanabara, mas nem todas as equipes entraram nas águas da praia do Flamengo.

Os corredores de Dubai da equipe Victory não perderam a chance de testar mais um pouco as raias do GP Brasil de Motonáutica. Seu melhor tempo foi a melhor marca da corrida até agora: 2 minutos, 31 segundos e 50 centésimos. Os Noruegueses da Welmax #90 também melhoraram bastante o seu tempo, fechando a melhor volta em 2 minutos, 35 segundos e 67 centésimos.

Os segundo colocados na Corrida-1, que aconteceu no sábada dia 27/04 ficaram com o terceiro melhor tempo: 2 minutos, 37 segundos e 92 centésimos. A quarta e última equipe a testar a condição do mar, hoje, foram os corredores do barco Abu Dhabi #5 com melhor tempo de 2 minutos, 39 segundos e 39 centésimos.



TREINOS DE DOMINGO COMEÇAM NA MARINA DA GLÓRIA

© Rudy Trindade


O último dia de Class-1 começa com muito sol e muito calor na praia do Flamengo. Os competidores se preparam para entrar na água já cedo, por volta das 09h00 e têm treino programado para as 10h00 e deve durar até às 11h30. A rede globo deve transmitir ao vivo todos os treinos. Fique ligado!




A grande corrida do GP Brasil está programada para às 14h30. O grid de largada foi definido pela corrida de ontem, onde os pilotos da equipe Victory dominam a linha de frente, com Fazza #3 e Fazza#1 e em terceiro os noruegueses da Welmax #90. Além da classificação, a corrida 1 já entra na conta da pontuação do campeonato. Fazza #3 sai na frente, marcando 20 pontos, em segundo, o Fazza #1 com 15 e os noruegueses levaram 12 pontos com a 3ª colocação. Sábado cerca de 2 mil pessoas assistiram ao evento da Marina da Glória e cerca de 800.000 espectadores da praia. Hoje espera-se mais 2 mil pessoas para acompanhar o evento da Marina e 1 milhão, da praia.





Os árabes defendem o titulo mundial e dizem que trabalham muito para exibir a sua superioridade na água: "Você não vende se não trabalhar duro por isso", disse o throttleman Bin Hendi.

Já seus maiores rivais, os noruegueses da Welmax, mantêm-se na briga: "Claro que estamos felizes por estarmos no pódio e teremos que trabalhar mais duro amanhã para romper o "domínio preto", brinca Selmer, fazendo uma referência à cor dos barcos Fazza da equipe Victory, dos Emirados Árabes.


PREMIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO CORRIDA-1

A Corrida-1, que aconteceu neste dia 27 de março, define o Grid de Largada do GP Brasil Class-1, que acontece domingo, 28 de março, na Marina da Glória no Rio de Janeiro. Os treinos livres estão marcados para começar as 10h00.


Segue abaixo a classificação e pontuação das equipes após o dia 2 da competição.

 

FAZZA #3 - 20 pontos

Aril Al Zafeen (2) - Piloto

Nadir Bin Hendi (1) - Throttleman

(14 voltas: 35min44s56)

 

FAZZA #1 - 15 pontos

Abdullah Al Mehairbi (1)

Mohammed Al Marri (2)

(14 voltas: 36min30s01)

 

WELMAX #90 - 12 pontos

Kolbjørn O. Selmer (2)

Jorn Tandberg (1)

(14 voltas: 36min39s76)

 

DUEMME Foresti & Suardi #8 - 9 pontos

Guido Cappellini (2)

Giampaolo Montavoci (1)

(14 voltas: 37min24s93)

 

ABU DHABI #5 - 7 pontos

Rashed Al Tayer (2)

Nicola Giorgi (1)

(14 voltas: 37min36s32)

 

WELMAX Alianza #91 - 5 pontos

Giorgio Manuzzi (1)

Marit Strømøy (2)

(14 voltas: 38min28s96)

 

VENETA-MARINA  Foresti & Suardi SCAM #88 - 4 pontos

Fabio Magnani (2)

Marco Pennesi (1)

 (13 voltas: menos uma volta)




CIRCUITO E PREMIAÇÃO

 


A superioridade da embarcação Fazza #3 dos Emirados Árabes é impressionante. O time se mantém em primeira colocação durante as 14 voltas que compõem a corrida, com mais de 20 segundos de vantagem em relação ao segundo colocado durante quase todo o circuito. Esse número aumenta para 40 em relação ao terceiro.

Segundo Arif, throttleman da Fazza #3, "a prova não foi fácil; foi difícil, principalmente por causa do vento forte. Me senti como se tivesse correndo em casa. Domingo é um outro dia. Nosso sucesso vai depender das condições do tempo".

O trecho mais veloz do prova é a reta em frente ao Pão de Açúcar e, ao fim da enseada, há uma curva onde se dá o momento mais propício para ultrapassagem. O bairro da Urca , bem junto à famosa mureta na praia, é um dos melhores lugares para se assistir às provas e aos treinos.

Pelas características do circuito, muito técnico e enxuto, todas as equipes realizaram a volta longa até a 7ª volta. Os espanhóis da Duemme já lançaram mão de sua "long-lap" logo de cara, na terceira volta do circuito. Já o Fazza #3 aproveitou a sua superioridade e completou com grande folga.

A prova é determinada por tempo de corrida x números de voltas e teve exatos 35 minutos e 44 segundos e os barcos realizaram o percurso 18 vezes. O Fazza #3 cruza a linha de chegada às 15h21, cravados.



A COMPETIÇÃO

©Rudi Trindade

Em primeira colocação, largou a embarcação Fazza #3, dos Emirados Árabes, conduzidas pelo throttleman Nader Bin Hendi e pelo piloto Arif Al Zafeen, seguidos pelos noruegueses da Welmax #90, o piloto Kolbjørn Selmer e o throttleman Jorn Tandberg seguidos pelos árabes da Fazza 1# Abdullah Al Mehairbi e Mohammed Al Marri.

Em quarto lugar, saíram os espanhóis da Duemme Yacht Broker, em quinta colocação os italianos da Giorgioffeshore, a sexta colocação é da equipe norueguesa Welmax #91 e na lanterna os italianos da Foresti Suardi Scam #88.

A primeira volta, que é a mais curta de todas, tem os barcos Fazza #3, na primeira colocação e Fazza #1 na segunda, seguidos da Welmax #90, posicionamento que se mantém até o final da corrida. Os pilotos da Fazza #1, logo no início, ultrapassam os noruegueses para manter a sua colocação com alguma facilidade. "Nós tentamos alcançar o [Fazza] 3 no começo, mas eles desenvolveram muita velocidade para nós. Então mantivemos nosssa colocação na corrida e estamos bastante satisfeitos com a segunda colocação já na primeira corrida da temporada" diz Al Marri.

Em rápida entrevista ao retornar ao pit seco da Marina da Glória, o piloto da Welmax #90 Kolbjørn Selmer se manteve confiante, embora um pouco decepcionado. "Após nos classificarmos em segundo lugar [na Edox Pole Position] nós esperávamos manter a colocação". "Foi uma boa competição. Muito bom estarmos mais uma vez ao pódio. Agora temos que pensar na próxima prova. Os Fazza são os barco a serem superados" declara o piloto norueguês ao receber o troféu da terceira colocação. E completa: "a estrutura fantástica. Um bom lugar pra se competir e espero que o circuito seja mantido para o próximo ano", disse o piloto.



VICTORY TEAM DOMINA O PÓDIO DA CORRIDA-1 NA MARINA DA GLÓRIA



[Imagem divulgação Victory Team/Alan Ewens]

A embarcação Fazza #3 fatura a primeira corrida do Class-1 no Brasil com 45:45 segundos de vantagem em relação ao segundo lugar, a lancha Fazza #1, seus companheiros na equipe Victory, dos Emirados Árabes. A maior velocidade atingida no circuito foi marcada pelos campeões: 164.83 km/h. A corrida teve 14 voltas e durou 35 minutos e 4 segundos. Os noruegueses da Welmax ficaram em 3º lugar, completando a prova em 36minutos e 39 segundos.

Às exatas 14h30 minutos de sábado, 27 de março de 2010, barcos de alta velocidade são conduzidos pelos barcos madrinha à baía de Guanabara. É o CLASS-1 que dá início à primeira prova oficial do Campeanato Mundial de Motonáutica, realizado pela primeira vez em águas brasileiras. Os campeões mundias da Fazza #3 estão dispostos s defender o título e afirmam que um começo de temporada com vitórias é muito importante para a equipe. Bin Hendi disse que era o resultado que eles queriam. "Após a largada estávamos confortáveis [na corrida] e foi importante iniciar a temporada com uma vitória". E acrescentou: "eu gosto do percurso, muito técnico e enxuto, um circuito que exige tanto do piloto quanto do throttleman".

Confirma-se a expectativa de que a grande disputa acontece entre as três equipes, seguidos pelos italianos da Giorgioffshore com a embarcação Abu-Dhabi #5 e pelos espanhóis da Duemme Yacht, na disputa pela quarta colocação. Os espanhóis ultrapassam a equipe italiana, após esta ser penalizada com uma volta longa, na 12 volta do circuito e garantem a 4ª colocação. Em 6º lugar terminaram os estreantes da Welmax #91 e, na lanterna, a Foresti & Suardi Scam #88, com uma volta a menos em relação ao vencedor.


© Urbano Erbiste

TREINOS DO PRIMEIRO DIA CLASS1- GP BRASIL

Assista a trechos do primeiro dia de treinos aqui na Marina da Glória.




EDOX POLE POSITION REPETE RESULTADO DOS TREINOS LIVRES


As equipes entram na águas aos exatos 11h11 minuto de um belo sábado ensolarado e com um pouco de vento na Marina da Glória, Rio de Janeiro e se encerra exatamente às 11h56. São 45 minutos cravados de treinos.

Conforme esperado e confirmando o favoritismo, a equipe do Sheik Hamdam se classifica em 1º para a Corrida-1, marcada para logo mais às 14h30 na praia do Flamengo, com a melhor volta 2min33s34. Em segundo lugar está a norueguesa Welmax #90, com os experientes Kobjørn Selmer como piloto e o throttleman Jorn Tandberg, que cravaram 2min37s04. A Fazza #1 se esforçou mas não conseguiu bater o tempo dos noruegueses, ficando na terceira colocação com 2min39s20, repetindo a classificação do treino livre realizado ontem, sexta-feira, 26.

Em quarto estão os espanhóis da Duemme Yacht Broker com 2min43s89. A quinta colocação ficou com a Giorgioffshore, com o barco Abu Dhabi #5, que marcaram 2min44s76. Em sexto estão os estreantes da Welmax #91, que fizeram a melhor volta em 2min47s20. Na lanterna estão os italianos da Veneta-Marina com o melhor tempo para a Foresti & Suardi Scam #88 - 2min51s39.



Com o barco Fazza 3, Arif Saif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi, da equipe Victory, completaram duas voltas no circuito, a melhor em 2min33s34 cravados, com média de 166,96 km/h.
 
"Foi um ótimo treino. Estava ventando muito, mais do que nos dias anteriores, o que provocou muitas ondulações", afirmou o 'throttleman' Nadir, que acelera e desacelera o barco Fazza 3 e controla a injeção de combustível no motor. "Estamos preparados para a corrida. Acho que vai ser ótima", completou Arif Saif, logo após a tomada de tempos.

A dupla norueguesa formada por Kolbjørn Selmer e Jorn Tandberg, da equipe Welmax, que ficou em segundo lugar, se mostrou satisfeita. "Foi uma boa colocação. Um estímulo para essa e as próximas etapas do campeonato", disse Kolbjørn, piloto do barco número 90.

O treino é classificatório para a corrida que acontece ainda no sábado, às 14h30 e configura um campeonato simultâneo e paralelo, no qual vencem as equipes que conquistam as melhores classificações durante o treino que define o Grid de largada da Corrida -1 do GP Brasil Class-1. A corrida-1, com 14 voltas de cerca de 3 minutos cada: 1 volta de de apresentação, guiada pelos barcos madrinha, 12 voltas oficiais e uma volta longa.

O resultado final classifica as equipes para a grande corrida que acontece no domingo, também às 14h30 na Marina da Glória, e tem 18 voltas. 1 volta de apresentação, 15 voltas oficiais e 2 voltas longas.



RESUMO DO TREINO EDOX POLE POSITION

RESUMO

FAZZA #3: 2m 33:34s

WELMAX #90: 2m 37:04s

FAZZA #1: 2m 39:20s

DUEMME YACHT BROKER #8: 2m 43:89s

GIORGIOFFSHORE: Abu Dhabi #5: 2m 44:76s

WELMAX #91: 2m 47:20s

VENETA-MARINA: Foresti & Suardi Scam #88: 2m 51:39s




TREINO CLASSIFICATÓRIO EDOX POLE POSITION


O primeiro treino oficial do segundo dia do GP Class-1 Brasil está marcado para às 10h45 de um sábado muito ensolarado, 27, na Marina da Glória, Rio de Janeiro. As equipes entraram cedo na água para o treino Edox Pole Position, que dura 45 minutos e é classificatório para a Corrida 1, marcada para as 14h30. A Corrida 1 tem 14 voltas com cerca de 2m40s cada: 1 volta de apresentação, 12 voltas no circuito oficial e uma volta longa.  A Edox Pole Position configura um outro campeonato, paralelo e simultâneo ao Class-1, em que vencem as equipes que melhor se classificam durante a temporada. O resultado da Corrida-1 de hoje define o grid de largada da corrida oficial de domingo. A Corrida 2 tem 18 voltas: 1 volta de apresentação, 15 voltas no circuito oficial e 2 voltas longas.

O piloto norueguês Kolbjørn O. Selmer gostou muito do circuito "Eu gosto de pistas técnicas e eu gosto de pistas agressivas aqui há um pouco de cada. Para mim, como piloto, é bom contar com o aspecto técnico [do circuito] e quando sair [para a água] encontrar uma pista mais agressiva"

Os barcos favoritos para o treino e corrida classificatória de hoje são o Fazza #3, o Welmax #90 e o Fazza #1; são as equipes que fizeram os melhores tempos nos treinos livre sde ontem

O segundo dia de treinos também é um dia muito especial para algumas equipes que correm a categoria pela primeira vez, como o time da Giorgioffshore e os noruegueses da Welmax #91.

Rashed Al Tayer, que acabou de mudar de classe competitiva e é estreante na competição com os barcos Class-1,correu ontem pela primeira vez com Nicola Giorgi. "É muito importante aprendermos a lidar com o circuito e encontrar o melhor caminho entre as bóias". E acrescentou "que há uma enorme diferença entre pilatar esses barcos e os que vinha pilotando. [...] parece um esporte completamente diferente". O piloto vem das competições motonáuticas F1 e Xcat, se comparadas à Class-1, são a Formula Indy dos mares.

Ontem os pilotos da equipe norueguesa Marit Strømøy e Giorgio Manuzzi não puderam treinar por problemas técnicos com a embarcação.


PRIMEIRO DIA: BALANÇO DOS TREINOS



Arif Al Zafeen and Nadir Bin Hendi, mais uma vez, mostraram porque são os primeiros do mundo fazendo o melhor tempo no primeiro dia de treinos do GP Brasil do Mundial de Motonáutica Class-1. A equipe fechou o dia com pouco mais de 6 segundos à frente do segundo lugar, os noruegueses da Welmax #90, Jorn Tandberg e Kolbjørn Selmer. Em terceiro lugar, ficou o Fazza #1, com Mohammed Al Marri e Abdullah Al Mehairbi no comando.

Fazza #3, que inicia a temporada 2010 de superlanchas defendendo o título mundial, cravou o melhor tempo de 2min40s e mostram que não vieram para brincar. Em seguiga, os Noregueses reafirmam a boa fase, fechando a melhor volta em exatos 2min46s82. A equipe de Dubai que pilota o Fazza 1 teve sua melhor marca em 2min50s15, reafirmando o favoritismo do Victory Team.

 

SOBRE O CIRCUITO




"É um circuito muito enxuto e o calor significa que o cockpit é um lugar quente demais para se ficar" diz Bin Hendi. "Você percebe isso no momento em que entra mas uma vez que se completa a primeira volta, você esquece completamente o calor".

O Piloto norueguês Kolbjørn Selmer gostou do resultado e diz que o circuito é muito bom e que o GP promete. "É um circuito muito técnico que exige muito dos pilotos. As voltas-longa serão decisivas para uma boa classificação".

Sábado, dia 27, o primeiro treino classificatório, que define o grid de largarda, está agendado para as 10h45.

 

MAIS ALGUMAS VOLTAS




A equipe Giorgioffshore, com seu barco Abu Dhabi, pilotado por Rashed Al Tayer e Nicola Giorgi cravaram um 4º lugar com o tempo de 2min53s04.

Já a espanhola Duemme Yach Broker, com o Foresti & Suardi #8, pilotado pelo veterando Giampaolo Montavoci and Guido Cappellini ficaram com o 5º melhor tempo 2min56s37, melhorando sua marca em 12 segundos desde sua primeira volta.

O time que estréia essa temporada atuando junto, Fabio Magnani e Marco Pennesi com Foresti & Suardi - SCAM #88 fizeram a melhor volta em 3min05s71, e ficaram em sexto lugar.

O mais novo barco da frota, o Welmax #91, comandado por Giorgio Manuzzi e Marit Strømøy, não treinou hoje para fazer os últimos ajustes na máquina.




CURIOSIDADES DO CLASS-1

Você sabia...?




Que o Class-1 World Championship é conhecido como a Fórmula 1 dos mares?

Que primeira edição do Class-1 aconteceu em 1964 e era chamada de Powerboat Championship. Só a partir de 1992 a competição ganhou a denominação atual.

Que o Brasil nunca teve uma equipe mas já teve um campeão? Wally Franz ergueu a taça em 1975, correndo em um barco americano?

Que a velocidade máxima alcançada pelos barcos é de 275 km/h?

Que o recorde de velocidade foi batido pela atual equipe campeã, correndo com o Fazza #3? A equipe de Dubai atingiu a impressionante marca de 276,30 km/h no GP da Noruega em 2009.

Que cada barco pesa cerca de 5 toneladas (4.800kg)?

Que a motonáutica é reconhecida como esporte desde 1904?

Que o cockpit está preparado para resistir a impactos a mais de 300 km/h? E que ele é fechado não só para garantir a segurança dos pilotos mas também confere melhor aerodinâmica à embarcação?

Que cada volta no circuito oficial ou "volta-curta" dura cerca de 2:30 a 3 minutos?

Que cada treino Edox Pole Positon tem a duração de 45 minutos?

Que o GP Class-1 Brasil é o primeiro grande evento esportivo a acontecer no Rio de Janeiro desde o anúncio da cidade como a sede das Olimpíadas 2010?

Quem correu mais corridas até hoje foi o britânico Steve Curtis? Foram 123 corridas e 40 vitórias em GP's.

Que o casco das embarcações Class-1 são bimotores e tem casco tipo Catamaran? Cada motor tem cerca 900 hp (horse power). Equivale à força de 26 carros 1.0 juntos.

Que os cascos catamaram definem a categoria Class-1? Eles imprimem maior velocide e estabilidade às embarcação pois o ar e as ondas passam por entre os cascos durante as provas de alta velociade. As categorias motonáutica P1, XCat e F1 são monocasco e monomotores.

Que as hélices das embarcações de alta velocidade são comparadas ao pneus na Fórmula 1? Os únicos modelos de hélice permitidos na competição são os de 5 pás.

Que o consumo de combustível é impressionante? Cada barco consome 12 litros de gasolina de 95 octanas por minuto ou cerca de 10 litros por milha náutica.

Que cada milha náutica é igual a 1852 metros?

Que uma das funções do throttleman, além de controlar a injeção de combustível ao motor e conferir potência ao barco, é trazer a embarcação de volta à água quando ela "decola"? Assim ele evita que os motores "passem de giro", sobrecarreguem e estourem.

Que a "pista" de corrida, ou cada circuito Class-1, tem entre 4 e 5 milhas náuticas ou cerca de 8 km?

Que de dentro do cockpit a visibilidade é mínima e que o piloto depende de recursos tecnológicos para se localizar e completar o percurso da prova?

Que é tradição nas corridas de motonáutica os pilotos vencedores levarem para casa a bandeira quadriculada? 







WELLMAX FALA SOBRE O CIRCUITO DA BAÍA DA GUANABARA


O piloto da equipe Welmax Offshore, Kolbjørn O. Selmer, falou com o site Class-1 sobre o Brasil, sobre o circuito e sobre a temporada 2010 da Formula 1 dos mares, que se inicia hoje, sexta-feira, 26/04.

A Welmax Offshore realizou já ontem, quinta feira, 25, um primeiro treino não-oficial em águas brasileiras. Segundo ele, as impressões sobre o circuito desenhado na Baía da Guanabara são as melhores.

Segundo Kolbjørn o "circuito é muito bom. Muito técnico, o que exige grande integração entre piloto e throttleman". Também garante que essas são qualidades que prometem um GP muito competitivo. "Utilizar bem as long-laps serão uma estratégia essencial para se posicionar durante a corrida".

A equipe, que terminou o campeonato de 2009 em 3ª colocação, espera conquistar o pódio no GP Brasil e garante que esse ano, termina no pódio novamente.

Os noruegueses trazem uma novidade para a temporada 2010, o time que corre com a Welmax #91 composta pela dupla Marit Strømøy, como piloto, e Giorgio Manuzzi, como throttleman. Ambos estreantes,"há um período de adaptação" diz O. Selmer, mas a equipe está confiante, pois ambos são grandes corredores.


INDO PRA ÁGUA

Acompanhe a logística de transporte dos barcos para o primeiro treino oficial Class-1 Brasil.

O Barco da Giorgioffshore, Abu Dhabi #5 vai para a água. Pilotos a postos para o primeiro treino.




Barco da espanhola Dueme Yacht Broker #88, patrocinados pelo Itaú na água! Check!




Os Italianos da Veneta-Marina #8 levam para a água o barco que será pilotado pela lenda da motonáutica e estreante no Class-1 Guido Cappellini.



É DADA A LARGADA!


O primeiro dia de Class-1 começa cedo. Os últimos detalhes são acertados, a imprensa chega em peso, as equipes da IOTA também. Após a recepção, que aconteceu ontem à noite no barco de Eike Batista, o Pink Fleet, pilotos e assessores se preparam para o primeiro dia de treinos oficiais, marcados para às 12:30 pm.


As expectativas da organização para o primeiro dia de evento são de ajustes e aprendizado. As negociações com as equipes e com a IOTA  (International Offshore Teams Association) para trazer ao país a estrutura de um evento como o Class-1 durou dois anos.

Segundo Rodrigo Rivellino, o evento, que custou R$ 12 milhões, envolve uma logística muito grande, desde o transporte dos barcos até a acomodação das equipes, mas vale a pena. É o primeiro GP de uma concessão de dez anos em que o Brasil estará incluído no roteiro do Campeonato. "Esse primeiro ano é de aprendizado e deve familiarizar o público com a Motonáutica".

Por hoje ser um dia de treinos, espera-se um dia mais modesto, com cerca de 2.000 pessoas na Marina da Glória e de 300.000 assistindo aos treinos da praia do Flamengo. Estão montados na Marina o Lounge Itaú, patrocinador do evento, o camarote VIP para 2000 pessoas em frente à linha de largada além de um alameda de serviços em frente ao pier com exposições de carros de luxo, como Ferrari e Masserati, e lojas de marcas de grife.

As corridas motonáuticas ainda são uma novidade no Brasil e o primeiro GP Brasil "quer mostrar ao público quão espetacular são esses barcos" e assim que o público se familiarizar, o esporte tem tudo para cair no gosto do brasileiro: "a tendência é que [a motonáutica] seja tão apreciada quanto a Fórmula 1", declara o organizador. Com a vantagem de poder ser assistido por todos, gratuitamente, da praia. E que se repita por mais 10 e mais 10 anos!



PERFIL: MARIT STRØMØY - A PRIMEIRA-DAMA DO GP CLASS-1 BRASIL


A norueguesa Marit Strømøy será a primeira mulher a correr o Class 1 World Powerboat Championship depois de quase uma década. Ela fará o seu debut em águas brasileira  no GP Brasil que acontece no Rio de Janeiro entre 26-28 de março.

Welmax Offshore Racing confirmou trazer ao pais uma equipe de dois barcos para correr a temporada de 2010, que se inicia nesta sexta feira (26/04) na cidade maravilhosa. Strømøy pilota a embarcação Welmax #91 e acompanhada de Jorn Tandberg como throttleman. Seus parceiros correm com a Welmax #90 com o throttleman Kolbjorn Selmer e italiano, também novato na equipe, Giorgio Manuzzi.

Nascida em Sandefjord, Noruega, mas morando em Oslo, Strømøy, que hoje tem 33 anos, estreou como piloto de corrida motonáutica 1989, aos 12 anos de idade. Desde então suas conquistas foram muitas. Em 1993 ela começa a correr na categoria S-550 e já faturou o campeonato europeu por três vezes: em 1996, 1998, 1999, além de levar o campeonato nórdico duas vezes 1996, 1999. 

Em 2000 a loira e delicada norueguesa mudou de categoria e passou a correr F-2000 e foi eleita a revelação do ano. Strømøy ficou em 2º lugar na copa dos presidentes dos Emirados Árabes, em 2002, também em segundo no Campeonato nórdico de 2005 e em terceiro no campeonato europeu de 2007.

A pequena grande corredora também competiu na lendária corrida que dura 24 horas, a Rouen 24-hour race, subindo ao pódio 3 vezes: segundo lugar em 2009, e terceiro em 2006 e 2007. Pequena só no tamanho!

Essa temporada a Welmax Offshore Racing está focada em manter o belo desempenho de 2009,  que assistiu o throttleman, Jorn Tandberg, construir uma parceira destemida com o piloto Kolbjorn Selmer e correndo 5 GP's juntos e subindo ao pódio 2 vezes. A equipe classificou como a terceira do mundo.



RESUMO DE EQUIPES E PILOTOS: O 1º DE 10 CLASS-1 GP BRASIL


Em 2009, o barco Fazza 3, da equipe Victory, de Dubai, foi o campeão mundial, com sete vitórias em nove provas. As outras duas foram conquistadas pelo barco Fazza 1, da mesma equipe. A dupla atual campeã é formada pelo piloto Arif Saif Al Zafeen e pelo throttleman Nadir Bin Hendi. O outro barco da equipe será comandado por Abdullah Al Mehairbi e Mohammed Al Marri. Todos são dos Emirados Árabes

Outras quatro equipes européias disputam a Class 1 no Brasil. A espanhola Duemme Yacht Broker, com os italianos Guido Cappellini e Giampaolo Montavoci; a equipe italiana Giorgioffshore terá o seu barco conduzido pelo estreante Rashed Al Tayer e o throttleman Nicola Giorgi; a outra equipe italiana inscrita é a Veneta Marina Racing, formada por Fabio Magnani e Marco Pennesi.

Assim como o time árabe, o norueguês Welmax Offshore Racing também competirá com duas embarcações. As duplas da equipe são formadas por Giorgio Manuzzi, de San Marino, e Kolbjorn Selmer; e Jorn Tandberg e Marit Stromoy, de 33 anos, única mulher no grid de largada, fato que não acontece desde 1992. Os três últimos são noruegueses e nasceram na cidade de Arendal.

O GP Brasil Class 1 de Motonáutica acontece de 26 a 28 de março na Marina da Glória/Praia do Flamengo, Rio de Janeiro, e é uma realização do Grupo EBX em parceria com a Aktuell, agência de comunicação integrada, patrocínio do banco Itaú, Nextel e OGX, apoio da Riotur e Federação de Motonáutica do Rio de Janeiro, Rede Globo, Revista Náutica, Rádio Paradiso, Mix FM, Climatempo, Agreco, Ferrari e Fashion Mall.



ABU DHABI É A PRIMEIRA EQUIPE A TESTAR AS ÁGUAS BRASILEIRAS


A equipe Abu Dhabi foi a primeira a testar as águas da baía da Guanabara um dia antes do campeonato começar. A equipe fez o reconhecimento da "pista" e os últimos ajustes entre barco, piloto e estratégia de corrida para o debutante no Class-1, o piloto Rashed Al Tayer, duplando com throttleman Nicola Giorgi.

Al Tayer e Giorgi fizeram um teste sem grandes problemas, completando vários ciruitos, o de apresentação, a "long-lap" e o circuito oficial.

"Essa foi a minha primeira vez com Nicola e eu me senti muito confortável com ele. Foi também a primeira vez nesse circuito para nós dois, portanto nosso objetivo foi nos entrosarmos" disse Al Tayer.

Al Tayer traz na bagagem uma longa experiência em outros circuitos como os de Aquabikes, F2000, o F1 Powerboat Championship e o XCAT series.

Nicola Giorgi, com mais de 70 corridas nas costas também estava muito otimista com os primeiros treinos não-oficiais. "O teste foi ótimo. Rashed mostrou ter muito controle  e soube "sentir" o barco. O circuito é muito enxuto e as voltas exigem bastante [da equipe]" avalia o italiano.

E acrescenta: "A aceleração será a chave para a classificação e para o desempenho nas corridas, tentando manter a velocidade nas curvas. Nosso objetivo para o fim de semana é passar o maior tempo possível dentro da água para desenvolver confiança e parceria dentro do cockpit  para conquistar uma boa pontuação".



TÁ CHEGANDO!

É amanhã! Está marcado para 12:30 de sexta-feira, dia 26 de abril, o início das atividades na Marina da Glória.

O Campeonato Mundial de Motonáutica Class-1 abre suas portas aos visitantes, convidados e imprensa.

Cada equipe tem seu estande montado na área aberta da Marina da Glória com toda a estrutura para seu time. Há também uma área VIP. Os barcos ficam armazenados logo atrás da arquibancada erguida para 2.000 pagantes bem em frente às águas da baía da Guanabara.



O dia que antecede o evento é muito movimentado por aqui e com uma noite igualmente agitada. 


O barco Pink Fleet, de Eike Batista, recebe a IOTA e pilotos para um coquetel com 80 pessoas e sem grande acesso à imprensa. Um "petit comité" verdadeiramente Class-1.

Enquanto isso, acompanhe algumas imagens do último dia de montagem do evento que acontece em mares brasileiros pela primeira vez.


Marit Stømøy saindo do pier da Marina da Glória após experimentar as águas brasileiras. Ela é a primeira mulher a correr o Class-1 em mais de 10 anos.


Papo descontraído após o treino.


Os barcos recebem os últimos ajustes antes do primeiro treino livre, marcado para amanhã.



O conta-voltas geral. Ao fundo, o fim da tarde na cidade maravilhosa.


Mais alguns ajustes e tudo pronto!

Até amanhã!










TRANSPORTE

Os barcos-madrinha sendo transportados pela Marina da Glória. 


(A editora ataca de cinegrafista novamente. Diretamente de seu celular)



TESTANDO OS MOTORES

Confira o Victory Team testando o motor do Fazza #1 


(vídeo feito do celular da editora que vos fala)



FAZZA 3: ESPÍRITO DE LIDERANÇA


Um dia antes do início dos treinos para o primeiro Class-1 World Championship, imprensa, pilotos e equipe de montagem aguardam em grande expectativa. Hoje o throttleman Nadir Bin Hendi, campeão mundial de 2009 com o barco Fazza 3, falou com a imprensa.

Segundo ele, o nome "Fazza" foi adotado ao invés do nome corporativo da equipe, Victory, em homenagem ao Sheik Hamdan Bin Mohammed Bin Rashid Al Maktoum e patrocinador da equipe.

Usando uma camisa com a imagem do HH Sheik Hamdan, o tímido throttleman da equipe explicou que Fazza 3 é como o Sheik é conhecido e significa benfeitor - "pessoa que ajuda as outras" e que acrescentou estão aqui para ganhar: "essa é a filosofia do sheik", brinca Nader.

Há dois anos competindo com Arif Al Zafeen, Nadir Bin Hendi, que era piloto e hoje é throttleman, afirma que a relação no cockpit tem que ser muito próxima" Os dois tem que pensar como um. [...]. É uma relação como a de marido e marido" arremata.

Pela primeira vez no Brasil, a equipe de Dubai está muito animada para correr em águas brasileiras. "Será uma honra correr para um público de 1 milhão de pessoas" . Segundo a produção do evento, é o volume de pessoas que deve assistir o evento da praia do Flamengo.

Além da etapa Brasil, o Class-1 2010 traz uma novidade para o circuito: Marit Strømbøy- a primeira mulher a correr o campeonato em mais de uma década. Mas na "no água, é tudo igual"diz o árabe. 



CIRCUITO BRASIL

Confira as alterações do Circuito Class-1 Brasil, que acontece na Baía da Guanabara a partir de sexta, 26. O primeiro treino está marcado para às 12h30. As corridas competitivas têm cerca de 45 minutos, num total de 11-15 voltas, até o tempo estabelecido ter sido completado.




Para entender o circuito:

Cada corrida começa onde, no mapa, está marcado com uma flecha vermelha. 

Essa é a volta de apresentação, conduzida por 2 barcos-madrinha. 

Quem melhor se colocar nos treinos, se coloca mais próximo ao barco madrinha, na parte interna do circuito.  Lembre-se que barcos de dispõem na linha de largada em uma linha reta, em frente ao início da praia do aterro do Flamengo, no RJ.

A linha preta marca o circuito oficial das voltas. 

A linha verde marca a volta longa ou  a "long lap". Cada corrida tem uma ou duas "long-laps". Se os pilotos não a completarem, são penalizados.

No sábado, durante a Corrida-1, marcada para às 14h30, os pilotos devem, fazer 1 long lap, a qualquer momento. Faz parte da estratégia de corrida de cada equipe decidir quando iniciar a volta longa. O treino oficial e classificatório para a Corrida-1, também chamado Edox Pole Position, define o grid de largada para a Corrida-1. O resultado da corrida de sábado é classificatório para a corrida de domingo.

No domingo, durante a corrida final e oficial, esse número aumenta. Cada equipe deve cumprir 2 voltas longas (marcadas pela cor verde no mapa), também de acordo com a estratégia dos pilotos. 

 

OS ITALIANOS DA GIORGIOFFSHORE

A equipe do italiano Gianni Giorgi tem mais de 10 anos de experiência em motonáutica e vem ao país para a abertura da temporada do Class-1 World Championship que se inicia na sexta-feira, 26, próxima e se vai até domingo, 28. 

A equipe Giorgioffshore, que conquistou o seu primeiro pódio em 2008, está animada. Era o 3º lugar no GP de Mina Seyahi. Repetiu o feito em 2009 ao terminar, também em terceira colocação, o GP de Abu Dhabi.

Quem comanada a embarcação desenhada por Michael Peters, são Rashed al tayer (UAE) - piloto -
e Nicola Giorgi (Itália) - Throttleman.




CONTAGEM REGRESSIVA




Há uma semana para o início do GP Brasil Class 1 de Motonáutica, o ritmo de trabalho nas instalações da Marina da Glória aumenta. Com uma bela visão do Cristo Redentor e a Baía de Guanabara, e ao lado do aeroporto Santos Dumont, uma equipe de 200 pessoas atua na área de montagem, limpeza, técnica e segurança do espaço, que tem quatro mil metros quadrados. 

Ao final do evento, a estrutura será desmontada e seguirá para o próximo destino do circuito mundial: Arendal, na Noruega. onde acontece a segunda etapa do Mundial, de 16 a 18 de julho. O Mundial reúne ainda corridas em Uddevalla, na Suécia, em Constanta, na Romênia, em Stresa, na Itália, e em Abu Dhabi e Dubai, nos Emirados Árabes.
A estrutura dos camarotes, construída na Marina da Glória, comporta duas mil pessoas e já está em fase de finalização, assim como a área de restaurante, bar e estandes para as lojas que atenderão o público pagante.







GP BRASIL CLASS 1 DE MOTONÁUTICA VENDA DE INGRESSOS



O público que quiser acompanhar o GP Brasil Class 1 de Motonáutica de dentro da Marina da Glória pode comprar os ingressos através do portal Ingresso.com. A competição acontece nos 26, 27 e 28 de março e vai abrir a temporada 2010 da categoria, considerada a Fórmula 1 dos mares.
Os tickets foram divididos em visitação e camarotes e podem ser adquiridos em forma de pacotes ou individualmente para cada dia do evento.
Os valores variam de R$50 a R$350, no caso dos camarotes. Também estão disponíveis ingressos para o Class 1 Experience, que inclui os benefícios do camarote e uma volta no circuito na "lancha madrinha".
Entre os dias 24 e 28 de março os ingressos serão vendidos também na bilheteria da Marina da Glória. Horários: dias 24 e 25, das 9h às 18h; dia 26, das 10h às 20h30; dias 27 e 28, das 9h às 18h.


VALORES:
POR DIA 

VISITAÇÃO
* Sexta (treinos livres): R$50,00 (R$ 25,00)
* Sábado ou domingo (treinos livres e corrida): R$ 110,00 (R$ 55,00)

CAMAROTES (não tem meia-entrada) 
* Sexta: R$ 150,00
* Sábado ou domingo: R$ 350,00

CLASS 1 EXPERIENCE
* Sexta, sábado e domingo: R$ 800,00
 
PACOTE PARA OS TRÊS DIAS DO EVENTO (VISITAÇÃO OU CAMAROTE)
* Desconto de 20% no valor total

O GP Brasil Class 1 de Motonáutica acontecerá de 26 a 28 de março na Marina da Glória/Praia do Flamengo, Rio de Janeiro, e é uma realização do Grupo EBX em parceria com a Aktuell, agência de comunicação integrada, patrocínio do banco Itaú e Nextel, apoio da Riotur e Federação de Motonáutica do Rio de Janeiro, Rede Globo, Revista Náutica, Rádio Paradiso, Mix FM, Climatempo, Agreco, Ferrari e Fashion Mall.


SOBRE CAPPELLINI



Atualmente, Cappellini mora em Monte Carlo. O piloto tem uma carreira invejável e tem dominado os campeonatos de F1 nos últimos 20 anos. Faturou o título mundial 10 vezes, traz 62 corridas e 70 pole positions na bagagem.

Seu debut na F1 foi em 1985 e levou o seu primeiro título mundial em 1993. O piloto manteve o título pelos 3 anos subsequentes, retornando ao lugar mais alto do podium em 1999, 2001, 2002 e 2003. Em 2005 garantiu seu 9º título e em 2009 conquistou seu 10º campeonato mundial.



LENDA DA MOTONÁUTICA VEM AO RIO DE JANEIRO


No próximo dia 26, o Rio de Janeiro terá a honra de testemunhar a 2ª estréia de Guido Cappellini na Motonáutica. O lendário piloto das corridas do circuito F1 de powerboat faz o seu debut nas águas do Class-1 World Powerboat Championship 16 anos após seu debut, ao lado de Renato Molinari.

A oportunidade de correr na abertura da temporada 2010 do Class-1 Powerboat World Championship surgiu através de Domenico Cirilli - proprietário da equipe espanhola Duemme Yacht Broker. O piloto HRHP Turki Bin Thamer Bin Saud Al Saud deixou o time de última hora e de forma inesperada, alegando razões pessoais, deixando todos um pouco surpresos. 

"Antes de mais nada eu gostaria de agradecer a Duemme Yacht Broker e a IOTA  pela oportunidade" declara Cappellini. 

E acrescenta: "O Grand Prix Brasil no Rio de Janeiro é um evento histórico para a motonáutica e eu me sinto honrado em ser um dos protagonistas. Essa será uma experiência nova para mim e eu estou ansioso para treinar e correr as primiera corridas da temporada, para entender o quanto o campeonato se desenvolveu através dos anos".



Quando se pergunta o que ele espera do Class-1, a lenda da motonáutica apenas declara: "uma nova experiência e, é claro, me divertir fazendo algo diferente e bastante novo para mim".

Cappellini pilota um barco desenhado por Michael Peters: um Mercury V8- fabricado pela Tencara. Ao seu lado estará o italiano Giampaolo Montavoci, um throttleman experiente com mais de 92 corridas no currículo.


EQUIPES CHEGAM AO RIO DE JANEIRO PARA MUNDIAL DE MOTONÁUTICA

Neste domingo, dia 21 de março, chegam à Marina da Glória, no Rio de Janeiro, os barcos que irão integrar a etapa Brasil do campeonato mundial de Motonáutica Class-1.

  

São 7 barcos, que atravessaram a cidade maravilhosa, transportados em comboio pelas ruas da capital e chamando a atenção do público que passeava pela orla. 


Cada equipe traz sua própria infraestrutura de transporte e mão de obra técnica e especializada para montar e preparar os barcos para a corrida.

 

As equipes que estão inscritas na primeira etapa da temporada 2010 são:

 

1 - Victory Team (Emirados Árabes) que traz 2 barcos: Fazza #1 e Fazza #3

2 - Giorgioffshore (Itália) com 1 barco:  Abu Dhabi #5

3 - Duemme Yacht Brokers (Espanha) com 1 barco: Duemme Yacht - Foresti e Suardi #8

4 - Veneta-Marina Racing (Itália) com 1 barco: Foresti e Suardi - SCAM # 88

5 - Welmax Offshore Racing (Noruega) com 2 barcos: Welmax #90 e o Welmax Allianza #91


Confira as imagens de algumas das embarcações pelo Rio de Janeiro:









PARCERIA ENTRE ITALIANOS E ESPANHÓIS RENDE BOAS EXPECTATIVAS PARA 2010



A Duemme Yacht Broker é a única equipe que corre com a bandeira espanhola no UIM-WPPA Class-1 World Powerboat Championship. A Veneta-Marina anunciou que iria parar de correr o Class-1, ao terminar em 4º lugar a temporada de 2009. Mas hoje esse cenário mudou.

Em 2010, Giampaolo Montavoci e Domenico Cirilli reafirmaram uma aliança estabelecida em 2004 e confirmam que competem com uma equipe de dois barcos.

A renomada parceria entre o italiano Montavoci e o espanhol Cirilli já rendeu mais de 22 GP's, faturou um Edox Pole Positon a medalha de prata no GP da Espanha.

Em 2006, ficou em terceiro lugar no GP de Eslovênia. Hoje, reformulada, a parceria promove sua equipe de competidores como Veneta Marina - Duemme Broker Racing.

Cirilli supervisiona as atividades da equipe em terra firme enquanto Montavoci está na água. Seu debut no Class-1 foi em 1998 e já tem mais de 92 corridas no seu currículo. Em 2010 assume o throttle mais uma vez, formando um dupla com o lendário piloto de F1 Guido Cappellini - em um barco desenhado por Michael Peters, uma Mercury V8- fabricado pela Tencara. O barco Duemme - SevenleveN estampa o número 8 no casco e corre sob a bandeira espanhola.

A segunda embarcação, a Veneta Marina - Duemme Broker Racing traz dois pilotos relativamente novos:  Marco Pennesi, cinco vezes no throttle pelo Class 1, e o italiano Fabio Magnani, que fez seu debut no campeonato em Dubai, no ano passado. Ele pilota um barco Victory, SCAM V12. A equipe corre com o numero 88 e sob a bandeira italiana.

Montavoci conquistou, em 2009, o seu melhor resultado em campeonatos mundiais desde seu debut há 12. Na temporada de 2010 promete manter a boa fase de vitórias que se iniciou em 2007 e que já se estende por 21 GP's e 24 corridas.




OTIMISMO NORUEGUÊS DA WELMAX OFFSHORE RACING



A equipe norueguesa Welmax Offshore Racing está muito otimista com a temporada 2010 e pretende lutar por um título mundial até 2012.

E não é sem razão. Em 2009, a equipe conquistou sua primeira medalha na competição e chega ao início da temporada 2010 com muito fôlego.

O piloto Kolbjørn Selmer diz estar muito satisfeito com a temporada de 2009. A equipe subiu ao pódium 7 vezes durante o campeonato e faturou a medalha de bronze - a primeira medalha do time no Class-1 desde seu debut em 2005. Segundo o piloto, que reconhece o mérito da equipe: "esse não é um esporte de indivíduos". A temporada 2010 promete e a etapa Brasil tem sido aguardada com boas expectativas por toda a equipe.

O chefe da equipe Welmax Offshore Racing, Per Jorgensen veio ao Rio um mês antes do GP para cuidar da logistica de sua escuderia. Visitou a Marina da Glória e andou pela cidade.



"Geralmente, visito as sedes dos GPs um mês antes [das corridas]. Estive na Marina da Glória e o local é perfeito para a realização do evento. É o lugar mais adequado para uma prova que eu já vi." afirmou Jorgensen.
A equipe norueguesa não mexe em time que está ganhando e trará ao mundial Kolbjorn O. Selmer, como throttleman do piloto italiano Giorgio Manuzzi. Jorn Tandberg vem ao Brasim como "throttleman" de Marit Strømøy. Ela será a primeira mulher a correr o Class-1 em mais de 10 anos.
Segundo o chefe da equipe, sua vinda ao Rio tinha também o objetivo de buscar patrocínios de empresas brasileiras e norueguesas que atuam no país. Jorgensen calcula que, pelo menos, 300 integrantes das equipes estarão presentes na cidade, sem contar os patrocinadores.



QUANTO VALE UMA EQUIPE?



A manutenção de uma equipe de motonáutica não é barata. Custa de US$ 1 milhão a US$ 3 milhões por ano. As etapas também envolvem milhões, como a carioca, que custa cerca de R$ 12 milhões e contará com a cobertura e transmissão da Rede Globo de Televisão.

A reta principal do circuito fica em frente à Praia do Flamengo, onde se espera uma média de público de um milhão de pessoas. Assistir ao evento da praia é gratuito e é uma novidade em águas brasileiras. Já na Marina da Glória, haverá um camarote para dois mil pagantes.

O evento é o primeiro de dez outros GP's que acontecerão na cidade maravilhosa. O Brasil ainda não tenh uma equipe, mas já teve um campeão mundial em 1990: o empresário radicado no país Eike Batista.

O Class-1 Powerboat é a principal corrida de barcos de velocidade, e existe desde 1964. Cada barco mede 14m de comprimento e 3,5m de largura, e pesa cinco toneladas. Cada corrida dura ate 45 minutos, e os barcos podem atingir os 260km/h.




VICTORY TEAM TRAZ AO BRASIL OS BARCOS FAZZA 1 E FAZZA 3



A equipe Victory, a mais bem sucedida da história do Oriente Médio no esporte, traz dois times de pilotos para a etapa Brasil, que abre o UIM WPPA Class 1 World Powerboat Championship. Pela primeira vez no Brasil, a etapa acontece no Rio de Janeiro entre 26 e 28 de março.

Os campeões mundiais de 2009 Arif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi correm com o Fazza 3. O Fazza 1 é comandado pelos pilotos que já levaram o titulo de campeões mundiais por duas vezes:  Mohammed Al Marri e Abdullah Al Mehairbi. O "line-up" da equipe Victory também conta com um piloto reserva: Talib Al Sayed .

Em 2009, a equipe levou o Class-1 World Championship, além dos campeonatos europeus, do Oriente Médio e faturou a coroa da Edox Pole Position.

Ambas as embarcações de Dubai são Fazza e é um tributo ao presidente da equipe HH Sheikh Hamdan bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum. Esse ano, no Brasil, será a primeira vez desde o princípio da competição em 1993 que a linha de frente não terá estampado o nome Victory. A equipe optou por trazer somente os nomes Fazza 1 e Fazza 3 em seus barcos.

"O nome corporativo da equipe ainda é Victory, mas nós achamos que é importante correr com os dois barcos Fazza como uma forma de reconhecimento ao grande suporte e apoio que recebemos de HH Sheikh Hamdan," declara Al Zafeen. Ele foi apontado, recentemente, como o diretor da equipe.

Nesta temporada os pilotos Bin Hendi and Al Zafeen competem com o mesmo barco que lhes rendeu o título de campeões em 2009, mas optaram por manter o numero 3, estampado no casco, ao invés de adotar o numero dignos dos campeões: 1

A atitude dos pilotos foi generosa: concederam ao veterano Al Marri ao seu carismático throttleman Al MehairbiIsso a honra de correr com o Fazza 1 . 





MAKING OFF

Ta chegando! Faltam menos de 15 dias para a etapa Brasil do Class-1 Offshore Powerboat Race. A expectativa é grande para a chegada das equipes ao país, que acontece no próximo dia 21 de março. Enquanto o grande dia não chega, confira algumas imagens dos preparativos da etapa, que dá início ao Campeonato Mundial, que acontece na cidade maravilhosa entre os dias 26 e 28 de março de 2010. 



O Cristo, uma das maravilhas do mundo moderno, visto da Marina da Glória, onde os camarotes do evento estão sendo montados. 



O público que tiver o privilégio de comparecer ao evento poderá ver todas as equipes bem de pertinho do camarote oficial. E o Rio de Janeiro continua lindo! 



O making off da estrutura do evento, erguida na Marina da Glória, que comporta 2 mil pessoas. 



Vista dos camarotes que estão sendo preparados para o Class-1 Brasil - Abertura do Campeonato Mundial de Barcos de Velocidade. 



O aeroporto Santos Dumont fica ao lado dos camarotes e garante ao público mais um espetáculo durante a competição. E, como dizia o poeta Tom Jobim "Aperte o cinto, vamos chegar / Água brilhando, olha a pista chegando / E vamos nós / Pousar..." 


LUGAR DE MULHER É NO COCKPIT: BETTY COOK



Quando Betty Cook apareceu navegando um speedboat a 160 km/h, em 1970, pensou-se ser uma dona de casa riquinha querendo driblar o tédio. No entanto, a americana provou o contrário após ganhar seu primeiro campeonato mundial em 1977, em Key West na Flórida. 

Offshore powerboat é um dos esportes a motor dos mais brutais. Cook trouxe uma outra cara para ele e ainda hoje é largamente conhecida como um dos mais bem sucedidos pilotos offshore de todos os tempos, tendo vencido duas vezes o UIM (Union Internationale Motonautique) World Championship e três Campeonatos Nacionais APBA - American Powerboat Association. Sua primeira vitória foi em 1974 e, a partir daí, conquistou uma carreira de glórias em seu barco Kaama, vencendo mais de 17 corridas. Em 1978, por exemplo, Cook se tornou a primeira mulher a completar, em um único dia, a prova do golfo da Califórnia, de 580 milhas marítimas, de São Francisco a La Paz. Ela fez a prova em 12h45, navegando a 80 km/h . 

Além deste, um dos episódios mais marcantes de sua carreira foi uma corrida em Key West em 1977. Era novembro, o tempo estava péssimo e o mar, agitado. Mas quanto mais o tempo piorava, mais agradava aos fãs do esporte. 

A surpresa do público foi grande quando o Kaama surgiu, após algumas horas, em meios às ondas, em direção ao dock. Os fãs aclamavam uma mulher que ainda estava um pouco tonta para sair do cockpit e a viram tirar o capacete, ainda atordoada, e disparar: "Cadê todo o mundo?"

Boa pergunta. O oficial da corrida gritou para Betty que ela havia sido a primeira a chegar e que não havia sequer sinal dos outros corredores. Ela havia ganhado, mas não só isso: era a mais nova campeã mundial open-class. O segundo barco só apareceu 21 minutos depois da campeã. Durante o coquetel de premiação, todos os competidores ovacionaram a vencendora com abraços e aplausos. Betty Cook se aposentou em 1982 e faleceu alguns anos depois, aos 67 anos, após uma dura batalha contra o câncer. Até hoje sua trajetória continua sendo lembrada e sua figura celebrada como a de uma grande campeã. 





LUGAR DE MULHER É NO COCKPIT: DOROTHY LEVITT



Um esporte dominado por homens, certo? Velocidade, potência, grandes riscos, grandes viagens, coelhinhas da playboy, correto? Quase...

As competições de barco de alta velocidade, desde cedo, despertaram o interesse não só do público masculino, mas também do sexo frágil. O esporte, que é reconhecido desde 1904, conta com a participação feminina já em seu princípio, no começo do século XX. Por volta de 1900, uma ilustre competidora se aventurava pelo mundo dos homens. Era uma tal Miss Dorothy Levitt. Jornalista, aviadora, renomada piloto de corrida, detentora do recorde mundial feminino de velocidade em terra, escritora e autora de livros sobre motores e ativista, Miss Levitt também era viciada em barcos de velocidade. Foi pioneira e corredora hábil nas corridas da modalidade. Levitt sempre navegou com e para Selwyn Edge, homem de negócios australiano, piloto de corrida e conhecido por quebrar recordes. 

Era o ano de 1903 e o campeonato inaugural de barcos de velocidade na Grã-Bretanha: o famoso troféu Harmsworth. Para a surpresa de todos os competidores, quem pilota a embarcação "Napier" e que fatura o prêmio histórico não era um piloto, mas uma mulher: Dorothy. O "GP" deu início ao circuito britânico para barcos de alta velocidade e aconteceu no porto de Cork (Cork Harbour), na Irlanda. 

Dorothy atingiu a "impressionante" velocidade de 31.1. km/h em um barco de 12 metros. Como o "dono" da embarcação era Selwyn Edge, o nome de Dorothy não foi eternizado em seu merecido troféu. Mesmo assim ela ficou conhecida como a grande navegadora da embarcação. 

Dorothy Levitt era uma pioneira e brigava com o bom e velho clichê de que mulheres são ignorantes quando o assunto é mecânica e se divertia com o assombro de alguns ao vir falar com ela. "É normal algumas pessoas virem me perguntar, muito surpresas: 'você realmente entende a mecânica medonha de um motor? E, se caso ele quebrasse, você seria capaz de consertá-lo?'". Dizia ela que os "detalhes de um motor podem parecer complicados e assustadores", mas "motores podem ser facilmente dominados", garantia a "garota mais veloz do mundo".





CLASS ONE 2010


AS EQUIPES


Cada equipe de corrida é formada por 2 pilotos. O piloto nº1 é o líder e é seguido pelo 2º piloto e, ás vezes, por um navegador. 
Na verdade, as embarcações são controladas pelo piloto e por um throtlleman. O throttleman é quem controla a injeção de combustível que dá potência e velocidade ao motor. O piloto é responsável pela navegação e direção do leme. 
É um trabalho conjunto, que exige preparo e confiança entre os tripulantes. A equipe precisa funcionar alinhada para que as lanchas obtenham a maior velocidade possível no menor espaço de tempo.

Pense que, para que haja um bom resultado, tanto o piloto quanto o throttleman (que também é conhecido como acelerador) precisam trabalhar em perfeita harmonia. A sincronia entre o piloto, que navega e comanda o timão, e o throttleman, que controla a velocidade e a potência precisa ser perfeita, como se um pudesse adivinhar o pensamento do outro. Por isso há um processo de preparação intenso em que se desenvolve uma estratégia de corrida para que as funções se ajustem e garantam o melhor show para quem está na areia. 

O piloto comanda o GPS, a navegação e os dados do computador de bordo, como velocidade, potência, direção, condição do mar. A partir desse estudo, decidem-se quanto e quando se deve aumentar ou diminuir velocidade e potência do motor durante as provas. 

É a habilidade dos pilotos aliada à tecnologia de ponta o que garante o espetáculo que desafia as forças da natureza. Vale lembrar que é uma competição em que homem e máquina desafiam o poder das águas. O oceano é uma pista de corrida imprevisível e caprichosa. Administrar as condições que ele oferece para a navegação e prever o seu comportamento, calcular o quanto será necessário de combustível e de força para se ganhar velocidade e qual o limite que se pode alcançar são os elementos fundamentais para um time de pilotos talentosos e uma platéia satisfeita.

A COMPETIÇÃO



Offshore Powerboat Racing ou as Corridas Competitivas de Superlanchas em mar aberto são corridas de alta velocidade, alto desempenho e alta tecnologia. ComparOffshore Powerboat Racing ou as Corridas Competitivas de Superlanchas em mar aberto são corridas de alta velocidade, alto desempenho e alta tecnologia. Comparadas às corridas de carro offroad, combinam o talento humano à alta tecnologia para produzir um espetáculo que desafia as capacidades da máquina e do homem em desafiar as forças da natureza.

O Class-1 Powerboat Championship é  uma competição comparada à Fórmula 1 em termos tecnológicos. A alta tecnologia dos barcos, a velocidade que atingem somados à habilidade das equipes são os ingredientes certos para um grande espetáculo. Com uma vantagem: é gratuito ao público.

Ainda considerado um esporte amador, as equipes são patrocinadas pelas marcas dos barcos, tal como na F1, e também pelos apaixonados pelo esporte que se tornam proprietários das equipes competitivas.

Pela primeira vez na história do esporte, o Brasil recebe um Grande Prêmio em sua costa. O Class-1 é um dos campeonatos mundias mais importantes da categoria e é realizado desde 1964. Em 2010 chega às águas brasileiras para abrir a temporada mundial.

O CAMPEONATO MUNDIAL DE SUPERLANCHAS OFFSHORE: CLASS-1

As corridas reunem equipes de diversos países, desde o Oriente Médio, passando pela Austrália, pela Europa e pela América. São 16 provas realizadas em 8 lugares diferentes: Brasil, Noruega, Suécia, Romênia, Itália, Abu-Dahbi e Dubai. Cada GP garatem três dias de luxo e emoção, em que se alternam treinos e provas competitivas. 

1º dia

 Há o registro das equipes, o preparo e reconhecimento técnicos, a primeira sessão de treinos e a orientação dos pilotos sobre o local de prova. 

2º dia 

Pela manhã há mais uma sessão de treinos, que é seguida pela prova Edox Pole Position. Durante à tarde se realiza a Corrida 1 do GP. 

3º dia 

 Durante a manhã mais uma bateria de treinos e à tarde a Corrida 2 é realizada

Cada corrida competitiva consiste em 11-15 voltas de 60 a 70 milhas marítimas (nm) cada - cerca de 5 mil metros ao total. Elas são iniciadas com 2 embarcações Nor-tech trafegando a uma velocidade controlada, que conduz os competidores à linha de largada. As embarcações se posicionam umas ao lado das outras e, quando formam uma linha reta, sobe a bandeira verde.

O circuito da etapa carioca será realizado integralmente na Baía de Guanabara. No total, a e com tempo limite de 45 min. por corrida e cada volta dura em torno de 2min20s. 

É dada a largada! O resultado da Edox Pole Position determina o posicionamento das equipes na linha de largada da Corrida 1. 

O resultado da Corrida 1, posiciona os competidores para a Corrida 2. O campeonato consiste em 16 corridas, que acontecem em 8 lugares diferentes e vence a equipe que acumular o maior número de pontos. 

O primeiro colocado de cada corrida fatura 20 pontos, o segundo 15 e o terceiro 12 seguindo em escala decrescente até o 10º colocado. Confira a tabela de pontuação.