Confira os melhores momentos do terceiro dia de Class-1 GP Brasil 2010.
Vai ficar de fora dos outros nove?
Confira as emoções da primeira corrida oficial de motonáutica do Brasil.

© Alan Ewens/Victory Team
Imbatíveis. Assim se resume a performance do barco Fazza 3, da dupla Arif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi, na abertura do Mundial 2010 de Class 1, realizada pela primeira vez na América do Sul. Na tarde deste domingo (28), os astros árabes da equipe Victory venceram a segunda prova do fim de semana com o tempo de 47mins16s14, com média de 160,74 km/h, e subiram no alto do pódio, na Marina da Glória, Rio de Janeiro.
Foi com a praia da escola naval lotada que a Corrida principal Class-1 GP Brazil recebeu a bandeirada verde às 14h39, cravados. Confirmando as expectativas, o barco Fazza 3, de Dubai, sai na liderança e termina em primeiro lugar. Foram 18 voltas, às 15h26.
Os espanhóis da Foresti & Duemme foram a grande
surpresa. Logo eles ultrapassaram os pilotos do Fazza #1 e garantiram
uma emocionante disputa pelo 2º lugar com os pilotos de Dubai. As embarcações
alternaram entre a segunda e a terceira colocação durante a corrida, mas
infelizmente não deu para os espanhóis, que terminaram em 3º. Quem faturou a
segunda colocação foram os árabes da Fazza #1 cruzando a linha de chegada 14
segundos e 9 centésimos atrás do Fazza #3 e repetindo a dobradinha da corrida
anterior.

© Alan Ewens/Victory Team
Guido Cappellini, piloto pela Duemme Yacht Broker, correu a
categoria pela primeira vez a convite da IOTA. Ele substitui o piloto HRHP
Turki Bin Thamer Bin Saud Al Saud,que não pode vir ao Brasil por razões
pessoais. Muito satisfeito e surpreso com o pódio, ele, que é piloto campeão da
categoria motonáutica F1, disse que correr pela Class-1 foi uma experiência
única. Mas não confirma que mudará de categoria "É uma corrida completamente
diferente. É como se comparar uma carro de formula 1 com um de rally".

Já a zebra ficou com com os noruegueses da Welmax 90, que não conseguiram completar a primeira volta. Um problema no compressor do motor do barco retirou a equipe do GP. "Até conseguimos dar a partida novamente, mas com somente 60% da potencia", explica Selmer, piloto da equipe, e justifica "não valia a pena continuar na corrida nessas condições".

Quem não escondia a sua satisfação pela dupla dobradinha foi Gianfranco Venturelli, team manager da equipe Victory: "Eu estou no céu", declara. E emenda: "Há muito tempo eu não via uma corrida tão bem organizada". Parabéns ao Brasil.
A equipe italiana Giorgioffshore, com o barco Abu Dhabi #5,
apesar dos treinos intensos durante toda manhã, se manteve em 4º lugar,
completando suas 18 voltas em 49 minutos 12 segundos e 25 centésimos.

A Foresti & Suardi SCAM #88 terminou a prova em quinto e os italianos da Welmax #91 na lanterna.
A Corrida Principal foi muito mais equilibrada que a
Corrida-1, classificatória. A diferença entre primeiro e segundo colocados era
menor e as equipes nas segunda e terceira colocação garantiram uma corrida
emocionante na Marina da Glória.

Panorâmica da Marina da Glória, onde aconteceu o Class-1 GP Brasil

A turma IOTA é quem faz a contagem de tempo e voltas da corrida
1º
FAZZA #3 - 20 pontos
40 pontos acumulados (1º lugar mundial)
Aril Al Zafeen (2) - Piloto
Nadir Bin Hendi (1) - Throttleman
(18 voltas: 47min16s14)
Maior Velocidade: 160,74 km/h
2º
FAZZA #1 - 15 pontos
30 pontos acumulados (2º lugar mundial)
Abdullah Al Mehairbi (1)
Mohammed Al Marri (2)
(18 voltas: 47min30s23)
+14s09
Maior
Velocidade: 159,95 km/h
3º
DUEMME Foresti & Suardi #8 - 12 pontos
21 pontos acumulados (3º lugar mundial)
Guido Cappellini (2)
Giampaolo Montavoci (1)
(18 voltas: 47min44s14)
+28s
Maior Velocidade: 159,14 km/h
4º
ABU DHABI #5 - 9 pontos
16 pontos acumulados (4º lugar mundial)
Rashed Al Tayer (2)
Nicola Giorgi (1)
(18 voltas: 49min13s25)
+1min56s11
Maior Velocidade: 154,92 km/h
5º
VENETA-MARINA Foresti & Suardi SCAM #88 - 7 pontos
11 pontos acumulados (6º lugar mundial)
Fabio Magnani (2)
Marco Pennesi (1)
(18 voltas: 49min46s01)
+2min29s87
Maior Velocidade: 152 km/h
6º
WELMAX Alianza #91 - 5 pontos
10 pontos acumulados (7º lugar mundial)
Giorgio Manuzzi (1)
Marit Strømøy (2)
(17 voltas: 47min41s60)
+1 volta
Maior Velocidade: 150,37 km/h
7º
WELMAX #90 - 0 pontos
12 pontos acumulados (5º lugar mundial)
NÃO COMPLETOU A PROVA
MOTIVO: Mecânico - quebra do compressor
Kolbjørn O. Selmer (2)
Jorn Tandberg (1)
(1 volta: 2min39s56)
Acompanhe a premiação: Victory Team repete a dobradinha no pódio e Eike Batista, Beto Costa e Paulo Mendonça entregam o troféu do GP Brasil aos campeões.

O público, que esperava com certa ansiedade pelo ronco dos motores na Marina da Glória estava curioso pelo 1º GP Brasil Class-1 de Motonáutica, a fórmia 1 dos mares. "É a primeira vez, não sei bem o que esperar, mas deve ser emocionante" diz Renato Morgado. O clima era de novidade durante todos os dias de provas. "É muito importante para a cidade do Rio de Janeiro receber eventos desse porte" diz o consultor em TI Guilherme Santana, presente no primeiro dia de provas.
Já Fábio Prange, gerente de operações, diz ter criado uma grande expectativa grande, mas sentiu falta de poder assistir às corridas da água. Ele, que também é dono de barco, acha que o evento poderia ter organizado uma área para embarcações durante as corridas. Mas elogiou a estrutura do evento "a estrutura e os serviços estão muito bons".
Mesmo conhecendo pouco os detalhes da corrida nautica, o público tinha lá as suas preferências. "A gente vai torcer para o Fazza #3" se prontificaram Joao Pedro Molina Passos, Julia Cid e Maria Morgado. "Eu vou torcer para o barco preto. Foi meu filho quem me disse", adiantou Lúcia Amorim.
O primeiro evento no Brasil, algumas falhas em algum aspecto foram inevitáveis, mas mesmo assim agradou e o público já aguarda o próximo. "Se tiver no Brasil, eu venho" diz João Pedro Molina Passo. Pode esperar por mais 9 João!
Se eles gostaram da prova? É claro!


Para aumentar a confiança entre piloto e 'throttleman', a dupla da equipe Giorgioffshore foi a única a dar mais de uma volta no circuito montado na Baía de Guanabara, na manhã deste domingo (28), durante os treinos livres que aconteceram antes da segunda e última prova do GP Brasil Class 1 de Motonáutica. A competição acontece às 14h30, com largada na praia do Flamengo.
Estreante na categoria máxima do esporte, Rashed Al Tayer afirmou que está mais confiante para esta segunda prova. "Esse é um esporte em que o piloto e o 'throttleman' têm que falar a mesma língua", explicou o piloto. "Acho que faremos uma corrida bem melhor hoje". Um dos pilotos mais experientes do Class 1, com mais de 71 provas no currículo, Nicola Giorgi comanda a aceleração da dupla treinou retomada de velocidade nas curvas e foi a única a dar duas voltas completas pelo circuito.
"Preferimos ficar mais tempo na água para aumentar a nossa confiança. Na verdade completamos mais de duas voltas no circuito, mas em algumas, como entramos por dentro nas curvas, a volta não contou. Foi de propósito, para acumularmos experiência", explicou. Segundo Giorgi, o mar mudou bastante de ontem (sábado) para domingo. "Ontem estava muito ondulado e hoje está totalmente flat. Tenho certeza que será uma corrida bem mais excitante", considerou.
Outros três barcos entraram na água na manhã deste domingo. O mais rápido foi o Fazza 3, dos árabes Arif Saif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi,que marcou o tempo de 2min31s50.
Os noruegueses Kolbjorn Selmer e Jorn Tandberg, da equipe Welmax, fizeram o segundo melhor tempo, com 2min35s67, e a dupla Abdullah Al Mahairbi e Mohammed Al Marri, que pilotam o barco Fazza 1, da equipe Victory, dos Emirados Árabes, conseguiram o terceiro melhor tempo, com 2min37s92. Rashed Al Tayer e Nicola Giorgi marcaram o tempo de 2min39s39, na melhor das duas passagens realizadas no circuito.

Vista aérea da Marina da Glória
Mais de 2 mil pessoas já passaram pela Marina da Glória nestes 3 dias de Grande Prêmio Brasil Class-1 de Motonáutica, evento trazido pela primeira vez ao Brasil pela EBX, empresa do multimilionário Eike Batista e realizado pela Aktuell.
IOTA encontra Eike Batista e Rodrigo Rivellino
Turistas, convidados e curiosos vieram prestigiar os barcos mais velozes do mundo na fórmula 1 dos mares. Isso para não falar em pilotos, equipes, técnicos, engenheiros, produtores presentes no local.
Da praia, mais de um milhão de pessoas assistiram, gratuitamente, todas as corridas e sentiram a emoção de uma corrida de superlanchas pela primeira vez. 
O clube Disco de São Paulo, do qual Marcos Mion, ex-VJ da MTV e um dos sócios, montou uma estrutura no Rio de Janeiro e tem agitado a noites na Marina da Glória.
E você sabia que o empresário, apaixonado pelo esporte e responsável pela concessão do evento no Brasil, Eike Batista, recebeu em seu barco Pink Fleet todas as equipes de corrida para um coquetel na sexta-feira? E que recebe amigos e convidados para assistir ao GP Brasil em alto-mar? 
Imagem noturna do Pink Fleet
Marit Strømøy encontra piloto adversário da Fazza #1 em clima de descontração
E você? Vai ficar de fora? Venha conhecer a emoção dos mares por aqui.
As nossas belas promotoras
Confira alguns momentos do evento, quem veio prestigiar e os bastidores de montagem. 
Engenheiros e técnicos fazem ajustes no tricampeão Fazza #3
Os campeões da Corrida-1 exibem a bandeira quadriculada ao encontrarem-se com o barco madrinha na chegada
A throttlewoman Strømøy e o piloto Manuzzi, corredores da norueguesa Welmax #91

A Marina da Glória está agitada no terceiro dia de evento Class-1 Brasil. São cerca de 2 mil pessoas que circulam por aqui diariamente.
O treino livre antes da prova principal aconteceu na manhã de domingo, dia 28 de março, das 10h00 às 11h30 na baía da Guanabara, mas nem todas as equipes entraram nas águas da praia do Flamengo.
Os corredores de Dubai da equipe Victory não perderam a chance de testar mais um pouco as raias do GP Brasil de Motonáutica. Seu melhor tempo foi a melhor marca da corrida até agora: 2 minutos, 31 segundos e 50 centésimos. Os Noruegueses da Welmax #90 também melhoraram bastante o seu tempo, fechando a melhor volta em 2 minutos, 35 segundos e 67 centésimos.
Os segundo colocados na Corrida-1, que aconteceu no sábada dia 27/04 ficaram com o terceiro melhor tempo: 2 minutos, 37 segundos e 92 centésimos. A quarta e última equipe a testar a condição do mar, hoje, foram os corredores do barco Abu Dhabi #5 com melhor tempo de 2 minutos, 39 segundos e 39 centésimos. 

© Rudy Trindade
O último dia de Class-1 começa com muito sol e muito calor na praia do Flamengo. Os competidores se preparam para entrar na água já cedo, por volta das 09h00 e têm treino programado para as 10h00 e deve durar até às 11h30. A rede globo deve transmitir ao vivo todos os treinos. Fique ligado!

A grande corrida do GP Brasil está programada para às 14h30. O grid de largada foi definido pela corrida de ontem, onde os pilotos da equipe Victory dominam a linha de frente, com Fazza #3 e Fazza#1 e em terceiro os noruegueses da Welmax #90. Além da classificação, a corrida 1 já entra na conta da pontuação do campeonato. Fazza #3 sai na frente, marcando 20 pontos, em segundo, o Fazza #1 com 15 e os noruegueses levaram 12 pontos com a 3ª colocação. Sábado cerca de 2 mil pessoas assistiram ao evento da Marina da Glória e cerca de 800.000 espectadores da praia. Hoje espera-se mais 2 mil pessoas para acompanhar o evento da Marina e 1 milhão, da praia.

Os árabes defendem o titulo mundial e dizem que trabalham muito para exibir a sua superioridade na água: "Você não vende se não trabalhar duro por isso", disse o throttleman Bin Hendi.
Já seus maiores rivais, os noruegueses da Welmax, mantêm-se na briga: "Claro que estamos felizes por estarmos no pódio e teremos que trabalhar mais duro amanhã para romper o "domínio preto", brinca Selmer, fazendo uma referência à cor dos barcos Fazza da equipe Victory, dos Emirados Árabes.
A Corrida-1, que aconteceu neste dia 27 de março, define o Grid de Largada do GP Brasil Class-1, que acontece domingo, 28 de março, na Marina da Glória no Rio de Janeiro. Os treinos livres estão marcados para começar as 10h00.

Segue abaixo a classificação e pontuação das equipes após o dia 2 da competição.
1º
FAZZA #3 - 20 pontos
Aril Al Zafeen (2) - Piloto
Nadir Bin Hendi (1) - Throttleman
(14 voltas: 35min44s56)
2º
FAZZA #1 - 15 pontos
Abdullah Al Mehairbi (1)
Mohammed Al Marri (2)
(14 voltas: 36min30s01)
3º
WELMAX #90 - 12 pontos
Kolbjørn O. Selmer (2)
Jorn Tandberg (1)
(14 voltas: 36min39s76)
4º
DUEMME Foresti & Suardi #8 - 9 pontos
Guido Cappellini (2)
Giampaolo Montavoci (1)
(14 voltas: 37min24s93)
5º
ABU DHABI #5 - 7 pontos
Rashed Al Tayer (2)
Nicola Giorgi (1)
(14 voltas: 37min36s32)
6º
WELMAX Alianza #91 - 5 pontos
Giorgio Manuzzi (1)
Marit Strømøy (2)
(14 voltas: 38min28s96)
7º
VENETA-MARINA Foresti & Suardi SCAM #88 - 4 pontos
Fabio Magnani (2)
Marco Pennesi (1)
(13 voltas: menos uma volta)

A superioridade da embarcação Fazza #3 dos Emirados Árabes é impressionante. O time se mantém em primeira colocação durante as 14 voltas que compõem a corrida, com mais de 20 segundos de vantagem em relação ao segundo colocado durante quase todo o circuito. Esse número aumenta para 40 em relação ao terceiro.
Segundo Arif, throttleman da Fazza #3, "a prova não foi fácil; foi difícil, principalmente por causa do vento forte. Me senti como se tivesse correndo em casa. Domingo é um outro dia. Nosso sucesso vai depender das condições do tempo".
O trecho mais veloz do prova é a reta em frente ao Pão de Açúcar e, ao fim da enseada, há uma curva onde se dá o momento mais propício para ultrapassagem. O bairro da Urca , bem junto à famosa mureta na praia, é um dos melhores lugares para se assistir às provas e aos treinos.
Pelas características do circuito, muito técnico e enxuto, todas as equipes realizaram a volta longa até a 7ª volta. Os espanhóis da Duemme já lançaram mão de sua "long-lap" logo de cara, na terceira volta do circuito. Já o Fazza #3 aproveitou a sua superioridade e completou com grande folga.
A prova é determinada por tempo de corrida x números de voltas e teve exatos 35 minutos e 44 segundos e os barcos realizaram o percurso 18 vezes. O Fazza #3 cruza a linha de chegada às 15h21, cravados.


©Rudi Trindade
Em primeira colocação, largou a embarcação Fazza #3, dos Emirados Árabes, conduzidas pelo throttleman Nader Bin Hendi e pelo piloto Arif Al Zafeen, seguidos pelos noruegueses da Welmax #90, o piloto Kolbjørn Selmer e o throttleman Jorn Tandberg seguidos pelos árabes da Fazza 1# Abdullah Al Mehairbi e Mohammed Al Marri.
Em quarto lugar, saíram os espanhóis da Duemme Yacht Broker, em quinta colocação os italianos da Giorgioffeshore, a sexta colocação é da equipe norueguesa Welmax #91 e na lanterna os italianos da Foresti Suardi Scam #88.
A primeira volta, que é a mais curta de todas, tem os barcos Fazza #3, na primeira colocação e Fazza #1 na segunda, seguidos da Welmax #90, posicionamento que se mantém até o final da corrida. Os pilotos da Fazza #1, logo no início, ultrapassam os noruegueses para manter a sua colocação com alguma facilidade. "Nós tentamos alcançar o [Fazza] 3 no começo, mas eles desenvolveram muita velocidade para nós. Então mantivemos nosssa colocação na corrida e estamos bastante satisfeitos com a segunda colocação já na primeira corrida da temporada" diz Al Marri.
Em rápida entrevista ao retornar ao pit seco da Marina da Glória, o piloto da Welmax #90 Kolbjørn Selmer se manteve confiante, embora um pouco decepcionado. "Após nos classificarmos em segundo lugar [na Edox Pole Position] nós esperávamos manter a colocação". "Foi uma boa competição. Muito bom estarmos mais uma vez ao pódio. Agora temos que pensar na próxima prova. Os Fazza são os barco a serem superados" declara o piloto norueguês ao receber o troféu da terceira colocação. E completa: "a estrutura fantástica. Um bom lugar pra se competir e espero que o circuito seja mantido para o próximo ano", disse o piloto.


[Imagem divulgação Victory Team/Alan Ewens]
A embarcação Fazza #3 fatura a primeira corrida do Class-1 no Brasil com 45:45 segundos de vantagem em relação ao segundo lugar, a lancha Fazza #1, seus companheiros na equipe Victory, dos Emirados Árabes. A maior velocidade atingida no circuito foi marcada pelos campeões: 164.83 km/h. A corrida teve 14 voltas e durou 35 minutos e 4 segundos. Os noruegueses da Welmax ficaram em 3º lugar, completando a prova em 36minutos e 39 segundos.
Às exatas
14h30 minutos de sábado, 27 de março de 2010, barcos de alta velocidade são
conduzidos pelos barcos madrinha à baía de Guanabara. É o CLASS-1 que dá início
à primeira prova oficial do Campeanato Mundial de Motonáutica, realizado pela
primeira vez em águas brasileiras. Os campeões mundias da Fazza #3 estão dispostos s defender o título e afirmam que um começo de temporada com vitórias é muito importante para a equipe. Bin Hendi disse que era o resultado que eles queriam. "Após a largada estávamos confortáveis [na corrida] e foi importante iniciar a temporada com uma vitória". E acrescentou: "eu gosto do percurso, muito técnico e enxuto, um circuito que exige tanto do piloto quanto do throttleman".
Confirma-se
a expectativa de que a grande disputa acontece entre as três equipes,
seguidos pelos italianos da Giorgioffshore com a embarcação Abu-Dhabi #5 e
pelos espanhóis da Duemme Yacht, na disputa pela quarta colocação. Os espanhóis
ultrapassam a equipe italiana, após esta ser penalizada com uma volta longa, na
12 volta do circuito e garantem a 4ª colocação. Em 6º lugar terminaram os
estreantes da Welmax #91 e, na lanterna, a Foresti & Suardi Scam #88, com
uma volta a menos em relação ao vencedor.

Assista a trechos do primeiro dia de treinos aqui na Marina da Glória.

As equipes entram na águas aos exatos 11h11 minuto de um
belo sábado ensolarado e com um pouco de vento na Marina da Glória, Rio de
Janeiro e se encerra exatamente às 11h56. São 45 minutos cravados de treinos.
Conforme esperado e confirmando o favoritismo, a equipe do Sheik Hamdam se classifica em 1º para a Corrida-1, marcada para logo mais às 14h30 na praia do Flamengo, com a melhor volta 2min33s34. Em segundo lugar está a norueguesa Welmax #90, com os experientes Kobjørn Selmer como piloto e o throttleman Jorn Tandberg, que cravaram 2min37s04. A Fazza #1 se esforçou mas não conseguiu bater o tempo dos noruegueses, ficando na terceira colocação com 2min39s20, repetindo a classificação do treino livre realizado ontem, sexta-feira, 26.
Em quarto estão os espanhóis da Duemme Yacht Broker com 2min43s89. A quinta colocação ficou com a Giorgioffshore, com o barco Abu Dhabi #5, que marcaram 2min44s76. Em sexto estão os estreantes da Welmax #91, que fizeram a melhor volta em 2min47s20. Na lanterna estão os italianos da Veneta-Marina com o melhor tempo para a Foresti & Suardi Scam #88 - 2min51s39.

Com o barco Fazza 3, Arif Saif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi, da equipe Victory, completaram duas voltas no circuito, a melhor em 2min33s34 cravados, com média de 166,96 km/h.
"Foi um ótimo treino. Estava ventando muito, mais do que nos dias anteriores, o que provocou muitas ondulações", afirmou o 'throttleman' Nadir, que acelera e desacelera o barco Fazza 3 e controla a injeção de combustível no motor. "Estamos preparados para a corrida. Acho que vai ser ótima", completou Arif Saif, logo após a tomada de tempos.
A dupla norueguesa formada por Kolbjørn Selmer e Jorn Tandberg, da equipe Welmax, que ficou em segundo lugar, se mostrou satisfeita. "Foi uma boa colocação. Um estímulo para essa e as próximas etapas do campeonato", disse Kolbjørn, piloto do barco número 90.
O treino é classificatório para a corrida que acontece ainda no sábado, às 14h30 e configura um campeonato simultâneo e paralelo, no qual vencem as equipes que conquistam as melhores classificações durante o treino que define o Grid de largada da Corrida -1 do GP Brasil Class-1. A corrida-1, com 14 voltas de cerca de 3 minutos cada: 1 volta de de apresentação, guiada pelos barcos madrinha, 12 voltas oficiais e uma volta longa.
O resultado final classifica as equipes para a grande
corrida que acontece no domingo, também às 14h30 na Marina da Glória, e tem 18
voltas. 1 volta de apresentação, 15 voltas oficiais e 2 voltas longas.

RESUMO
FAZZA #3: 2m 33:34s
WELMAX #90: 2m 37:04s
FAZZA #1: 2m 39:20s
DUEMME YACHT BROKER #8: 2m 43:89s
GIORGIOFFSHORE: Abu Dhabi #5: 2m 44:76s
WELMAX #91: 2m 47:20s
VENETA-MARINA: Foresti & Suardi Scam #88: 2m 51:39s

O primeiro treino oficial do segundo dia do GP Class-1
Brasil está marcado para às 10h45 de um sábado muito ensolarado, 27, na Marina
da Glória, Rio de Janeiro. As equipes entraram cedo na água para o treino Edox Pole
Position, que dura 45 minutos e é classificatório para a Corrida 1, marcada para as 14h30. A Corrida 1 tem 14 voltas com cerca de 2m40s cada: 1 volta de apresentação, 12 voltas no circuito oficial e uma volta longa. A Edox Pole
Position configura um outro campeonato, paralelo e simultâneo ao Class-1, em
que vencem as equipes que melhor se classificam durante a temporada. O resultado da Corrida-1 de hoje define o grid de largada da corrida oficial de domingo. A Corrida 2 tem 18 voltas: 1 volta de apresentação, 15 voltas no circuito oficial e 2 voltas longas.
O piloto norueguês Kolbjørn O. Selmer gostou muito do circuito "Eu gosto de pistas técnicas e eu gosto de pistas agressivas aqui há um pouco de cada. Para mim, como piloto, é bom contar com o aspecto técnico [do circuito] e quando sair [para a água] encontrar uma pista mais agressiva"
Os barcos favoritos para o treino e corrida classificatória de hoje são o Fazza #3, o Welmax #90 e o Fazza #1; são as equipes que fizeram os melhores tempos nos treinos livre sde ontem
O segundo dia de treinos também é um dia muito especial para algumas equipes que correm a categoria pela primeira vez, como o time da Giorgioffshore e os noruegueses da Welmax #91.
Rashed Al Tayer, que acabou de mudar de classe competitiva e é estreante na competição com os barcos Class-1,correu ontem pela primeira vez com Nicola Giorgi. "É muito importante aprendermos a lidar com o circuito e encontrar o melhor caminho entre as bóias". E acrescentou "que há uma enorme diferença entre pilatar esses barcos e os que vinha pilotando. [...] parece um esporte completamente diferente". O piloto vem das competições motonáuticas F1 e Xcat, se comparadas à Class-1, são a Formula Indy dos mares.
Ontem os pilotos da equipe norueguesa Marit Strømøy e Giorgio Manuzzi não puderam treinar por problemas técnicos com a embarcação.

Arif Al Zafeen and Nadir Bin Hendi, mais uma vez, mostraram porque são os primeiros do mundo fazendo o melhor tempo no primeiro dia de treinos do GP Brasil do Mundial de Motonáutica Class-1. A equipe fechou o dia com pouco mais de 6 segundos à frente do segundo lugar, os noruegueses da Welmax #90, Jorn Tandberg e Kolbjørn Selmer. Em terceiro lugar, ficou o Fazza #1, com Mohammed Al Marri e Abdullah Al Mehairbi no comando.
Fazza #3, que inicia a temporada 2010 de superlanchas defendendo o título mundial, cravou o melhor tempo de 2min40s e mostram que não vieram para brincar. Em seguiga, os Noregueses reafirmam a boa fase, fechando a melhor volta em exatos 2min46s82. A equipe de Dubai que pilota o Fazza 1 teve sua melhor marca em 2min50s15, reafirmando o favoritismo do Victory Team.
SOBRE O CIRCUITO

"É um circuito muito enxuto e o calor significa que o cockpit é um lugar quente demais para se ficar" diz Bin Hendi. "Você percebe isso no momento em que entra mas uma vez que se completa a primeira volta, você esquece completamente o calor".
O Piloto norueguês Kolbjørn Selmer gostou do resultado e diz que o circuito é muito bom e que o GP promete. "É um circuito muito técnico que exige muito dos pilotos. As voltas-longa serão decisivas para uma boa classificação".
Sábado, dia 27, o primeiro treino classificatório, que define o grid de largarda, está agendado para as 10h45.
MAIS ALGUMAS VOLTAS

A equipe Giorgioffshore, com seu barco Abu Dhabi, pilotado por Rashed Al Tayer e Nicola Giorgi cravaram um 4º lugar com o tempo de 2min53s04.
Já a espanhola Duemme Yach Broker, com o Foresti & Suardi #8, pilotado pelo veterando Giampaolo Montavoci and Guido Cappellini ficaram com o 5º melhor tempo 2min56s37, melhorando sua marca em 12 segundos desde sua primeira volta.
O time que estréia essa temporada atuando junto, Fabio Magnani e Marco Pennesi com Foresti & Suardi - SCAM #88 fizeram a melhor volta em 3min05s71, e ficaram em sexto lugar.
O mais novo barco da frota, o Welmax #91, comandado por Giorgio Manuzzi e Marit Strømøy, não treinou hoje para fazer os últimos ajustes na máquina.
Você sabia...?

Que o Class-1 World Championship é conhecido como a Fórmula 1 dos mares?
Que primeira edição do Class-1 aconteceu em 1964 e era chamada de Powerboat Championship. Só a partir de 1992 a competição ganhou a denominação atual.
Que o Brasil nunca teve uma equipe mas já teve um campeão? Wally Franz ergueu a taça em 1975, correndo em um barco americano?
Que a velocidade máxima alcançada pelos barcos é de 275 km/h?
Que o recorde de velocidade foi batido pela atual equipe campeã, correndo com o Fazza #3? A equipe de Dubai atingiu a impressionante marca de 276,30 km/h no GP da Noruega em 2009.
Que cada barco pesa cerca de 5 toneladas (4.800kg)?
Que a motonáutica é reconhecida como esporte desde 1904?
Que o cockpit
está preparado para resistir a impactos a mais de 300 km/h? E que ele é fechado não só para garantir a segurança dos pilotos mas também confere melhor aerodinâmica à embarcação?
Que cada volta no circuito oficial ou "volta-curta" dura cerca de 2:30 a 3 minutos?
Que cada treino Edox Pole Positon tem a duração de 45 minutos?
Que o GP Class-1 Brasil é o primeiro grande evento esportivo a acontecer no Rio de Janeiro desde o anúncio da cidade como a sede das Olimpíadas 2010?
Quem correu mais corridas até hoje foi o britânico Steve Curtis? Foram 123 corridas e 40 vitórias em GP's.
Que o casco das embarcações Class-1 são bimotores e tem casco tipo Catamaran? Cada motor tem cerca 900 hp (horse power). Equivale à força de 26 carros 1.0 juntos.
Que os cascos catamaram definem a categoria Class-1? Eles imprimem maior velocide e estabilidade às embarcação pois o ar e as ondas passam por entre os cascos durante as provas de alta velociade. As categorias motonáutica P1, XCat e F1 são monocasco e monomotores.
Que as hélices das embarcações de alta velocidade são comparadas ao pneus na Fórmula 1? Os únicos modelos de hélice permitidos na competição são os de 5 pás.
Que o consumo de combustível é impressionante? Cada barco consome 12 litros de gasolina de 95 octanas por minuto ou cerca de 10 litros por milha náutica.
Que cada milha náutica é igual a 1852 metros?
Que uma das funções do throttleman, além de controlar a injeção de combustível ao motor e conferir potência ao barco, é trazer a embarcação de volta à água quando ela "decola"? Assim ele evita que os motores "passem de giro", sobrecarreguem e estourem.
Que a "pista" de corrida, ou cada circuito Class-1, tem entre 4 e 5 milhas náuticas ou cerca de 8 km?
Que de dentro do cockpit a visibilidade é mínima e que o piloto depende de recursos tecnológicos para se localizar e completar o percurso da prova?
Que é tradição nas corridas de motonáutica os pilotos vencedores levarem para casa a bandeira quadriculada?


O piloto da equipe Welmax Offshore, Kolbjørn O. Selmer, falou com o site Class-1 sobre o Brasil, sobre o circuito e sobre a temporada 2010 da Formula 1 dos mares, que se inicia hoje, sexta-feira, 26/04.
A Welmax Offshore realizou já ontem, quinta feira, 25, um primeiro treino não-oficial em águas brasileiras. Segundo ele, as impressões sobre o circuito desenhado na Baía da Guanabara são as melhores.
Segundo Kolbjørn o "circuito é muito bom. Muito técnico, o que exige grande integração entre piloto e throttleman". Também garante que essas são qualidades que prometem um GP muito competitivo. "Utilizar bem as long-laps serão uma estratégia essencial para se posicionar durante a corrida".
A equipe, que terminou o campeonato de 2009 em 3ª colocação, espera conquistar o pódio no GP Brasil e garante que esse ano, termina no pódio novamente.
Os noruegueses trazem uma novidade para a temporada 2010, o time que corre com a Welmax #91 composta pela dupla Marit Strømøy, como piloto, e Giorgio Manuzzi, como throttleman. Ambos estreantes,"há um período de adaptação" diz O. Selmer, mas a equipe está confiante, pois ambos são grandes corredores.
Acompanhe a logística de transporte dos barcos para o primeiro treino oficial Class-1 Brasil.
O Barco da Giorgioffshore, Abu Dhabi #5 vai para a água. Pilotos a postos para o primeiro treino.

O primeiro
dia de Class-1 começa cedo. Os últimos detalhes são acertados, a imprensa chega
em peso, as equipes da IOTA também. Após a recepção, que aconteceu ontem à
noite no barco de Eike Batista, o Pink Fleet, pilotos e assessores se preparam
para o primeiro dia de treinos oficiais, marcados para às 12:30 pm.

As expectativas da organização para o primeiro dia de evento são de ajustes e aprendizado. As negociações com as equipes e com a IOTA (International Offshore Teams Association) para trazer ao país a estrutura de um evento como o Class-1 durou dois anos.
Segundo Rodrigo Rivellino, o evento, que custou R$ 12 milhões, envolve uma logística muito grande, desde o transporte dos barcos até a acomodação das equipes, mas vale a pena. É o primeiro GP de uma concessão de dez anos em que o Brasil estará incluído no roteiro do Campeonato. "Esse primeiro ano é de aprendizado e deve familiarizar o público com a Motonáutica".
Por hoje
ser um dia de treinos, espera-se um dia mais modesto, com cerca de 2.000
pessoas na Marina da Glória e de 300.000 assistindo aos treinos da praia do
Flamengo. Estão montados na Marina o Lounge Itaú, patrocinador do evento, o
camarote VIP para 2000 pessoas em frente à linha de largada além de um alameda
de serviços em frente ao pier com exposições de carros de luxo, como Ferrari e
Masserati, e lojas de marcas de grife.
As corridas
motonáuticas ainda são uma novidade no Brasil e o primeiro GP Brasil "quer
mostrar ao público quão espetacular são esses barcos" e assim que o público se
familiarizar, o esporte tem tudo para cair no gosto do brasileiro: "a tendência
é que [a motonáutica] seja tão apreciada quanto a Fórmula 1", declara o
organizador. Com a vantagem de poder ser assistido por todos, gratuitamente, da
praia. E que se repita por mais 10 e mais 10 anos!


A norueguesa Marit Strømøy será a primeira mulher a correr o Class 1 World Powerboat Championship depois de quase uma década. Ela fará o seu debut em águas brasileira no GP Brasil que acontece no Rio de Janeiro entre 26-28 de março.
Welmax Offshore Racing confirmou trazer ao pais uma equipe de dois barcos para correr a temporada de 2010, que se inicia nesta sexta feira (26/04) na cidade maravilhosa. Strømøy pilota a embarcação Welmax #91 e acompanhada de Jorn Tandberg como throttleman. Seus parceiros correm com a Welmax #90 com o throttleman Kolbjorn Selmer e italiano, também novato na equipe, Giorgio Manuzzi.
Nascida em Sandefjord, Noruega, mas morando em Oslo, Strømøy, que hoje tem 33 anos, estreou como piloto de corrida motonáutica 1989, aos 12 anos de idade. Desde então suas conquistas foram muitas. Em 1993 ela começa a correr na categoria S-550 e já faturou o campeonato europeu por três vezes: em 1996, 1998, 1999, além de levar o campeonato nórdico duas vezes 1996, 1999.
Em 2000 a loira e delicada norueguesa mudou de categoria e passou a correr F-2000 e foi eleita a revelação do ano. Strømøy ficou em 2º lugar na copa dos presidentes dos Emirados Árabes, em 2002, também em segundo no Campeonato nórdico de 2005 e em terceiro no campeonato europeu de 2007.
A pequena grande corredora também competiu na lendária corrida que dura 24 horas, a
Rouen 24-hour race, subindo ao pódio 3 vezes: segundo lugar em 2009, e terceiro
em 2006 e 2007. Pequena só no tamanho!
Essa temporada a Welmax Offshore Racing está focada em manter o belo desempenho de 2009, que assistiu o throttleman, Jorn Tandberg, construir uma parceira destemida com o piloto Kolbjorn Selmer e correndo 5 GP's juntos e subindo ao pódio 2 vezes. A equipe classificou como a terceira do mundo.


Em 2009, o barco Fazza 3, da equipe Victory, de Dubai, foi o campeão mundial, com sete vitórias em nove provas. As outras duas foram conquistadas pelo barco Fazza 1, da mesma equipe. A dupla atual campeã é formada pelo piloto Arif Saif Al Zafeen e pelo throttleman Nadir Bin Hendi. O outro barco da equipe será comandado por Abdullah Al Mehairbi e Mohammed Al Marri. Todos são dos Emirados Árabes
Outras quatro equipes européias disputam a Class 1 no Brasil. A espanhola Duemme Yacht Broker, com os italianos Guido Cappellini e Giampaolo Montavoci; a equipe italiana Giorgioffshore terá o seu barco conduzido pelo estreante Rashed Al Tayer e o throttleman Nicola Giorgi; a outra equipe italiana inscrita é a Veneta Marina Racing, formada por Fabio Magnani e Marco Pennesi.
Assim como o time árabe, o norueguês Welmax Offshore Racing também competirá com duas embarcações. As duplas da equipe são formadas por Giorgio Manuzzi, de San Marino, e Kolbjorn Selmer; e Jorn Tandberg e Marit Stromoy, de 33 anos, única mulher no grid de largada, fato que não acontece desde 1992. Os três últimos são noruegueses e nasceram na cidade de Arendal.
O GP Brasil Class 1 de Motonáutica acontece de 26 a 28 de março na Marina da Glória/Praia do Flamengo, Rio de Janeiro, e é uma realização do Grupo EBX em parceria com a Aktuell, agência de comunicação integrada, patrocínio do banco Itaú, Nextel e OGX, apoio da Riotur e Federação de Motonáutica do Rio de Janeiro, Rede Globo, Revista Náutica, Rádio Paradiso, Mix FM, Climatempo, Agreco, Ferrari e Fashion Mall.


A equipe Abu Dhabi foi a primeira a testar as águas da baía da Guanabara um dia antes do campeonato começar. A equipe fez o reconhecimento da "pista" e os últimos ajustes entre barco, piloto e estratégia de corrida para o debutante no Class-1, o piloto Rashed Al Tayer, duplando com throttleman Nicola Giorgi.
Al Tayer e Giorgi fizeram um teste sem grandes problemas, completando vários ciruitos, o de apresentação, a "long-lap" e o circuito oficial.
"Essa foi a minha primeira vez com Nicola e eu me senti muito confortável com ele. Foi também a primeira vez nesse circuito para nós dois, portanto nosso objetivo foi nos entrosarmos" disse Al Tayer.
Al Tayer traz na bagagem uma longa experiência em outros circuitos como os de Aquabikes, F2000, o F1 Powerboat Championship e o XCAT series.
Nicola Giorgi, com mais de 70 corridas nas costas também estava muito otimista com os primeiros treinos não-oficiais. "O teste foi ótimo. Rashed mostrou ter muito controle e soube "sentir" o barco. O circuito é muito enxuto e as voltas exigem bastante [da equipe]" avalia o italiano.
E acrescenta: "A aceleração será a chave para a classificação e para o desempenho nas corridas, tentando manter a velocidade nas curvas. Nosso objetivo para o fim de semana é passar o maior tempo possível dentro da água para desenvolver confiança e parceria dentro do cockpit para conquistar uma boa pontuação".

É amanhã! Está marcado para 12:30 de sexta-feira, dia 26
de abril, o início das atividades na Marina da Glória.
O Campeonato Mundial de Motonáutica Class-1 abre suas portas aos visitantes,
convidados e imprensa.
Cada equipe tem seu estande montado na área aberta da Marina da Glória com toda a estrutura para seu time. Há também uma área VIP. Os barcos ficam armazenados logo atrás da arquibancada erguida para 2.000 pagantes bem em frente às águas da baía da Guanabara.

O dia que antecede o evento é muito movimentado por aqui e com uma noite igualmente agitada.

O barco Pink Fleet, de Eike Batista, recebe a IOTA e pilotos para um coquetel com 80 pessoas e sem grande acesso à imprensa. Um "petit comité" verdadeiramente Class-1.
Enquanto isso, acompanhe algumas imagens do último dia de montagem do evento que acontece em mares brasileiros pela primeira vez.

Marit Stømøy saindo do pier da Marina da Glória após experimentar as águas brasileiras. Ela é a primeira mulher a correr o Class-1 em mais de 10 anos.

Papo descontraído após o treino.

Os barcos recebem os últimos ajustes antes do primeiro treino livre, marcado para amanhã.

O conta-voltas geral. Ao fundo, o fim da tarde na cidade maravilhosa.

Mais alguns ajustes e tudo pronto!
Até amanhã!

Os barcos-madrinha sendo transportados pela Marina da Glória.
Confira o Victory Team testando o motor do Fazza #1

Um dia antes do início dos treinos para o primeiro Class-1 World Championship, imprensa, pilotos e equipe de montagem aguardam em grande expectativa. Hoje o throttleman Nadir Bin Hendi, campeão mundial de 2009 com o barco Fazza 3, falou com a imprensa.
Segundo ele, o nome "Fazza" foi adotado ao invés do nome corporativo da equipe, Victory, em homenagem ao Sheik Hamdan Bin Mohammed Bin Rashid Al Maktoum e patrocinador da equipe.
Usando uma camisa com a imagem do HH Sheik Hamdan, o tímido throttleman da equipe explicou que Fazza 3 é como o Sheik é conhecido e significa benfeitor - "pessoa que ajuda as outras" e que acrescentou estão aqui para ganhar: "essa é a filosofia do sheik", brinca Nader.
Há dois anos competindo com Arif Al Zafeen, Nadir Bin Hendi, que era piloto e hoje é throttleman, afirma que a relação no cockpit tem que ser muito próxima" Os dois tem que pensar como um. [...]. É uma relação como a de marido e marido" arremata.
Pela primeira vez no Brasil, a equipe de Dubai está muito animada para correr em águas brasileiras. "Será uma honra correr para um público de 1 milhão de pessoas" . Segundo a produção do evento, é o volume de pessoas que deve assistir o evento da praia do Flamengo.
Além da etapa Brasil, o Class-1 2010 traz uma novidade para o circuito: Marit Strømbøy- a primeira mulher a correr o campeonato em mais de uma década. Mas na "no água, é tudo igual"diz o árabe.

Confira as alterações do Circuito Class-1 Brasil, que acontece na Baía da Guanabara a partir de sexta, 26. O primeiro treino está marcado para às 12h30. As corridas competitivas têm cerca de 45 minutos, num total de 11-15 voltas, até o tempo estabelecido ter sido completado.





Atualmente, Cappellini mora em Monte Carlo. O piloto tem uma carreira invejável e tem dominado os campeonatos de F1 nos últimos 20 anos. Faturou o título mundial 10 vezes, traz 62 corridas e 70 pole positions na bagagem.
Seu debut na F1 foi em 1985 e levou o seu primeiro título mundial em 1993. O piloto manteve o título pelos 3 anos subsequentes, retornando ao lugar mais alto do podium em 1999, 2001, 2002 e 2003. Em 2005 garantiu seu 9º título e em 2009 conquistou seu 10º campeonato mundial.

No próximo dia 26, o Rio de Janeiro terá a honra de testemunhar a 2ª estréia de Guido Cappellini na Motonáutica. O lendário piloto das corridas do circuito F1 de powerboat faz o seu debut nas águas do Class-1 World Powerboat Championship 16 anos após seu debut, ao lado de Renato Molinari.
A oportunidade de correr na abertura da temporada 2010 do Class-1 Powerboat World Championship surgiu através de Domenico Cirilli - proprietário da equipe espanhola Duemme Yacht Broker. O piloto HRHP Turki Bin Thamer Bin Saud Al Saud deixou o time de última hora e de forma inesperada, alegando razões pessoais, deixando todos um pouco surpresos.
"Antes de mais nada eu gostaria de agradecer a Duemme Yacht Broker e a IOTA pela oportunidade" declara Cappellini.
E acrescenta: "O Grand Prix Brasil no Rio de Janeiro é um evento histórico para a motonáutica e eu me sinto honrado em ser um dos protagonistas. Essa será uma experiência nova para mim e eu estou ansioso para treinar e correr as primiera corridas da temporada, para entender o quanto o campeonato se desenvolveu através dos anos".

Quando se pergunta o que ele espera do Class-1, a lenda da motonáutica apenas declara: "uma nova experiência e, é claro, me divertir fazendo algo diferente e bastante novo para mim".
Cappellini pilota um barco desenhado por Michael Peters: um Mercury V8- fabricado pela Tencara. Ao seu lado estará o italiano Giampaolo Montavoci, um throttleman experiente com mais de 92 corridas no currículo.
Neste domingo, dia 21 de março, chegam à Marina da Glória, no Rio de Janeiro, os barcos que irão integrar a etapa Brasil do campeonato mundial de Motonáutica Class-1.

São 7 barcos, que atravessaram a cidade maravilhosa, transportados em comboio pelas ruas da capital e chamando a atenção do público que passeava pela orla.

Cada equipe traz sua própria infraestrutura de transporte e
mão de obra técnica e especializada para montar e preparar os barcos para a
corrida.

As equipes que estão inscritas na primeira etapa da temporada 2010 são:
1 - Victory Team (Emirados Árabes) que traz 2 barcos: Fazza #1 e Fazza #3
2 - Giorgioffshore (Itália) com 1 barco: Abu Dhabi #5
3 - Duemme Yacht Brokers (Espanha) com 1 barco: Duemme Yacht - Foresti e Suardi #8
4 - Veneta-Marina Racing (Itália) com 1 barco: Foresti e Suardi - SCAM # 88
5 - Welmax Offshore Racing (Noruega) com 2 barcos: Welmax #90 e o Welmax Allianza #91
Confira as imagens de algumas das embarcações pelo Rio de Janeiro:






A Duemme Yacht Broker é a única equipe que corre com a bandeira espanhola no UIM-WPPA Class-1 World Powerboat Championship. A Veneta-Marina anunciou que iria parar de correr o Class-1, ao terminar em 4º lugar a temporada de 2009. Mas hoje esse cenário mudou.
Em 2010, Giampaolo Montavoci e Domenico Cirilli reafirmaram uma aliança estabelecida em 2004 e confirmam que competem com uma equipe de dois barcos.
A renomada parceria entre o italiano Montavoci e o espanhol Cirilli já rendeu mais de 22 GP's, faturou um Edox Pole Positon a medalha de prata no GP da Espanha.
Em 2006, ficou em terceiro lugar no GP de Eslovênia. Hoje, reformulada, a parceria promove sua equipe de competidores como Veneta Marina - Duemme Broker Racing.
Cirilli supervisiona as atividades da equipe em terra firme enquanto Montavoci está na água. Seu debut no Class-1 foi em 1998 e já tem mais de 92 corridas no seu currículo. Em 2010 assume o throttle mais uma vez, formando um dupla com o lendário piloto de F1 Guido Cappellini - em um barco desenhado por Michael Peters, uma Mercury V8- fabricado pela Tencara. O barco Duemme - SevenleveN estampa o número 8 no casco e corre sob a bandeira espanhola.
A segunda embarcação, a Veneta Marina - Duemme Broker Racing traz dois pilotos relativamente novos: Marco Pennesi, cinco vezes no throttle pelo Class 1, e o italiano Fabio Magnani, que fez seu debut no campeonato em Dubai, no ano passado. Ele pilota um barco Victory, SCAM V12. A equipe corre com o numero 88 e sob a bandeira italiana.
Montavoci conquistou, em 2009, o seu melhor resultado em campeonatos mundiais desde seu debut há 12. Na temporada de 2010 promete manter a boa fase de vitórias que se iniciou em 2007 e que já se estende por 21 GP's e 24 corridas.


A equipe norueguesa Welmax Offshore Racing está muito otimista com a temporada 2010 e pretende lutar por um título mundial até 2012.
E não é sem razão. Em 2009, a equipe conquistou sua primeira medalha na competição e chega ao início da temporada 2010 com muito fôlego.
O piloto Kolbjørn Selmer diz estar muito satisfeito com a temporada de 2009. A equipe subiu ao pódium 7 vezes durante o campeonato e faturou a medalha de bronze - a primeira medalha do time no Class-1 desde seu debut em 2005. Segundo o piloto, que reconhece o mérito da equipe: "esse não é um esporte de indivíduos". A temporada 2010 promete e a etapa Brasil tem sido aguardada com boas expectativas por toda a equipe.
O chefe da equipe Welmax Offshore Racing, Per Jorgensen veio ao Rio um mês antes do GP para cuidar da logistica de sua escuderia. Visitou a Marina da Glória e andou pela cidade.

"Geralmente, visito as sedes dos GPs um mês antes [das corridas]. Estive na Marina da Glória e o local é perfeito para a realização do evento. É o lugar mais adequado para uma prova que eu já vi." afirmou Jorgensen.
A equipe norueguesa não mexe em time que está ganhando e trará ao mundial Kolbjorn O. Selmer, como throttleman do piloto italiano Giorgio Manuzzi. Jorn Tandberg vem ao Brasim como "throttleman" de Marit Strømøy. Ela será a primeira mulher a correr o Class-1 em mais de 10 anos.
Segundo o chefe da equipe, sua vinda ao Rio tinha também o objetivo de buscar patrocínios de empresas brasileiras e norueguesas que atuam no país. Jorgensen calcula que, pelo menos, 300 integrantes das equipes estarão presentes na cidade, sem contar os patrocinadores.

A manutenção de uma equipe de motonáutica não é barata. Custa de US$ 1 milhão a US$ 3 milhões por ano. As etapas também envolvem milhões, como a carioca, que custa cerca de R$ 12 milhões e contará com a cobertura e transmissão da Rede Globo de Televisão.
A reta principal do circuito fica em frente à Praia do Flamengo, onde se espera uma média de público de um milhão de pessoas. Assistir ao evento da praia é gratuito e é uma novidade em águas brasileiras. Já na Marina da Glória, haverá um camarote para dois mil pagantes.
O evento é o primeiro de dez outros GP's que acontecerão na cidade maravilhosa. O Brasil ainda não tenh uma equipe, mas já teve um campeão mundial em 1990: o empresário radicado no país Eike Batista.
O Class-1 Powerboat é a principal corrida de barcos de velocidade, e existe desde 1964. Cada barco mede 14m de comprimento e 3,5m de largura, e pesa cinco toneladas. Cada corrida dura ate 45 minutos, e os barcos podem atingir os 260km/h.


A equipe Victory, a mais bem sucedida da história do Oriente Médio no esporte, traz dois times de pilotos para a etapa Brasil, que abre o UIM WPPA Class 1 World Powerboat Championship. Pela primeira vez no Brasil, a etapa acontece no Rio de Janeiro entre 26 e 28 de março.
Os campeões mundiais de 2009 Arif Al Zafeen e Nadir Bin Hendi correm com o Fazza 3. O Fazza 1 é comandado pelos pilotos que já levaram o titulo de campeões mundiais por duas vezes: Mohammed Al Marri e Abdullah Al Mehairbi. O "line-up" da equipe Victory também conta com um piloto reserva: Talib Al Sayed .
Em 2009, a equipe levou o Class-1 World Championship, além dos campeonatos europeus, do Oriente Médio e faturou a coroa da Edox Pole Position.
Ambas as embarcações de Dubai são Fazza e é um tributo ao presidente da equipe HH Sheikh Hamdan bin Mohammed bin Rashid Al Maktoum. Esse ano, no Brasil, será a primeira vez desde o princípio da competição em 1993 que a linha de frente não terá estampado o nome Victory. A equipe optou por trazer somente os nomes Fazza 1 e Fazza 3 em seus barcos.
"O nome corporativo da equipe ainda é Victory, mas nós achamos que é importante correr com os dois barcos Fazza como uma forma de reconhecimento ao grande suporte e apoio que recebemos de HH Sheikh Hamdan," declara Al Zafeen. Ele foi apontado, recentemente, como o diretor da equipe.
Nesta temporada os pilotos Bin Hendi and Al Zafeen competem com o mesmo barco que lhes rendeu o título de campeões em 2009, mas optaram por manter o numero 3, estampado no casco, ao invés de adotar o numero dignos dos campeões: 1
A atitude dos pilotos foi generosa: concederam ao veterano Al Marri ao seu carismático throttleman Al MehairbiIsso a honra de correr com o Fazza 1 .












